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28/04/2026
05/01/2025
"São imagens difíceis de suportar"
"As nossas memórias não nos visitam por ordem cronológica, e a história que formamos ao unir essas memórias envolve escolhas que têm a função de criar uma unidade de conjunto e estabelecer um padrão."
Zafar *
pranteava,
ontem, a pivôt da CNN/Portugal, antes de dar a palavra a uma alma
contristada e ferida a quem foi recomendada a expectável ladainha.
Não fosse para isso não teria ido lá. O fundo, o mote, as crianças
que morrem à fome em Gaza.
Há nesta 'senda' um denominador comum ―
a ‘massa’ de que são feitos os elementos destas corjas 'de
especialistas da cooperação internacional que extravasam de amor
pela Humanidade’, mas sem qualquer interesse pelas pessoas em
concreto' e que se reinventam geração após geração, e se
espalham como cogumelos, e fazem parte de uma série de instituições
de índole diversa mas o mesmo propósito político nomeadamente nas
organizações constitutivas da ONU, nas múltiplas ONG's, na
comunicação social ― quantos escrevem pelo bifinho da refeição
seguinte! ― e nas igrejas ― no topo, a católica. Desta(s) hordas
de 'profissionais da caridade' ficcionou (?!), com a autoridade de
quem nasceu no Bangladesh rural, Zia Haider Rahman, em «À Luz do
que Sabemos».
Mais do que prestar atenção às fotos dos esquálidos
meninos do gueto de Varsóvia nas sucessivas versões, ao longo do
séc. XX e XXI ― o que me
surpreende é ainda não ter aparecido um Bono, Roger
Waters, Springsteen, Bob Geldof a realizar um (New) Live Aid para eu levar o meu
telemóvel-luzinha-acesa-no-escuro e cantar Give Peace a Chance
amolecendo estas e aquelas almas empedernidas ―,
há que realçar algo que, figurativamente, fica assaz explícito: às
salamandras de antanho sucederam os oxolotes do presente. Agora
esquadrinhe sobre o(s) porquê(s) do destronamento das salamandras
pelos oxolotes. As salamandras metamorfoseiam-se; o oxolote é uma
espécie de salamandra que, ao invés das salamandras, a dado passo
da sua evolução decidiu, por não encontrar vantagem, permanecer na
fase tipo girino.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
23/12/2024
Cavilosos até à medula
E
não há caroço que os engasgue!
Que uma tenha sido defensora da outra não é assunto – ou uma não tivesse achado necessidade de ser legalmente defendida, Mariana Mortágua, e, outra não fosse advogada, Carmo Afonso. Fossem as afinidades electivas assunto, e não são. São efectivas. E acrescento: naturalmente.
O assunto é que, no seio desta corja política (não está escrito que o seio dos outros seja imaculado), é um atrás do outro ― e mais o que, por ausência de notoriedade, de outros tantos não chega a saber-se. O assunto é que esta corja é de uma hipocrisia … Não há ética nem moral que lhes infecte as línguas e lhes apodreça os dentes.
Que uma tenha sido defensora da outra não é assunto – ou uma não tivesse achado necessidade de ser legalmente defendida, Mariana Mortágua, e, outra não fosse advogada, Carmo Afonso. Fossem as afinidades electivas assunto, e não são. São efectivas. E acrescento: naturalmente.
O assunto é que, no seio desta corja política (não está escrito que o seio dos outros seja imaculado), é um atrás do outro ― e mais o que, por ausência de notoriedade, de outros tantos não chega a saber-se. O assunto é que esta corja é de uma hipocrisia … Não há ética nem moral que lhes infecte as línguas e lhes apodreça os dentes.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
29/08/2024
Ridicularias
Dei-me ao trabalho de ler a Deliberação da Entidade Reguladora para a Comunicação Social/2024/388 (OUT-TV) - Participações contra a RTP1 a propósito da exibição de uma entrevista a Marta Temido, cabeça de lista pelo PS às eleições europeias de 7 de agosto de 2024 (pendurei o PDF para memória futura) e ‘apanhei’ algo da Administração do Hospital de Santa Maria/Lisboa a ‘ameaçar’ com procedimentos judiciais quem, mais desbocado, diga ou escreva ‘coisas’ desabonadoras dos serviços e/ou profissionais da instituição.
Na realidade são dois actos que contam e valem nada. Tanto que são desmerecedoras do que vá além de duas conclusões, menores:
. A primeira é uma gargalhada entre o sarcástico e o desprezo;
. a segunda é que, espremidas, são reconfirmações do escrito por mim, anteriormente ― "estes censores ‘democráticos’ apenas se distinguem dos outros ‘fascistas’ porque os ‘fascistas’ eram comparativamente mais brutos; estes, os ‘democráticos’, são bem mais vis e sórdidos. Aqueles eram para ser levados a sério, estes são ridículos – eu acho-lhes piada."
Há uma outra bem mais complexa, mas menos perceptível e muito mais nefasta: naqueles havia uma propósito coerente em termos ideológicos e sociais; nestes – por baixo de todas as outras razões –, o alfa e o ómega de cada um é o de irem preservando as suas vidinhas da ruína ― e por isso abocanham e se alapam nos ‘lugares’ como doidos. É por isso que possuem uma desmedida fobia 1. ao escrutínio, 2. à comparação e 3. ao mercado.
Quem os conhecia, desde sempre, e podia de forma categórica referir-se-lhes era o Vasco Pulido Valente. Escreveu ele que, raspando-se esta ‘tralha democrática', logo se revelam uns tiranetes. Processem-me!
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
18/07/2024
Os (nossos) inveterados democratas
" Elon
Musk revelou que a Comissão Europeia propôs às plataformas de
redes sociais acordos ilegais, secretos, no período que antecedeu as
recentes eleições europeias. O acordo pressupunha que as redes
sociais sigilosamente censurassem os conteúdos e, em contrapartida,
ficariam imunes a processos judiciais que redundariam em multas
gigantescas e restrições à sua actividade comercial. O Facebook e
a Google aceitaram, segundo Elon Musk.
A
hipocrisia e o cinismo da Comissão Europeia é extrordinária ―
Bruxelas alerta constantemente para a ameaça da Rússia via disseminação de notícias falsas, desinformação e discursos de
ódio. Mas, se isto é verdade, também é verdade que as pulsões
censórias são um modo de acção das elites da União. O desprezo
pelos cidadãos e pela democracia assenta na presunção de que os
burocratas e decisores da União Europeia sabem o que é melhor para
a sociedade e, portanto, serão eles a decidir o que é discurso
aceitável, o que pode e não pode ser dito.
O
Regulamento dos Serviços Digitais é uma máscara; é um subterfúgio
para controlar narrativas úteis aos interesses da oligarquia e, para
o efeito, usa polígrafos, algoritmos de remoção de conteúdos,
cancelamento de utilizadores inconvenientes, …
A censura ‘democrática’ é promovida por dirigentes políticos com
a cumplicidade activa de algumas plataformas, e passiva da comunicação
social tradicional." *
O
Partido Socialista, e o governo de António Costa alapado nas costa
da pandemia, assim fez. A excepção foi o Observador que prescindiu da ‘penhora’.
Luis
Montenegro, agora primeiro-ministro, perante as
dificuldades das marcas da Global Media Group ―
DN,
JN,
O Jogo, Motor 24, TSF, … ― e a consequente jeremíada não descartou categoricamente eventuais apoios.
Entretanto - ai, as generalizações! -, a qualidade dos pregadores domésticos é mais ou menos esta
Em
Espanha o inveterado democrata socialista, Sanchéz, prepara-se e,
para tanto, propõe-se
* Telmo Azevedo Fernandes
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
21/04/2024
A vergonha não põe pão na mesa
A(s) diferença(s) entre Maximino Barbosa de Sousa, ex-padre, e António Ramalho Fialho, leigo, não revolucionário ou reaccionário
. o ex-padre era revolucionário da UDP; o António foi apenas curioso em demasia
. o ex-padre talvez tenha sido assassinado; o António foi linchado às claras e em público
. o ex-padre talvez se aprontasse para ir colocar a bomba progressista no sacrário da sua, ou qualquer outra, igreja; o António em vez de levar armas reaccionárias levava a língua, que não soube morder
. o(s) responsáveis pela morte do ex-padre nunca foram encontrados; o assassino do António ou uma das inúmeras testemunhas, ufano, ainda teve ocasião de rosnar uma robespierrice - “Este já não faz mal a ninguém”
Parte apreciável da comunicação social por acasião do aniversário, 2 de Abril, da morte do Max - 'celebram' o revolucionário e não o ex-padre, obviamente - não se conteve em lembretes recordatórios; em 12 de Marco, data do assassinato de António a omissão/o silêncio foi de ouro – hoje como sempre com excepção (única) da jornalista Maria Armanda Pires Falcão, Vera Lagoa.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
07/10/2023
Reflexão de um homem de compreensão lenta *
O mês passado (11.09) fez cinquenta anos que, um tanto inesperadamente, 'choveu' em Santiago. Até o toró desabar ninguém deu pela ameaçadora nebulosidade nem das fortes emanações morbíficas na atmosfera,; ninguém deu pelos ares carregados de avisos. Os avisos dados por palavras há muito que nos deixaram de comover. Mais cedo que tarde são necessários actos carregados de significado. De nada vale adiar. Como escreveu Henry Miller
"Adiar é a melodia do demónio; e, com ela, é sempre injectada a droga da indolência."
A espaços −, saímos de um de sete decénios −, parece haver um mundo que nos abandona, mas não: volta a entrar pela porta das traseiras. O mundo não quer originalidades; quer, isso sim, conformismo e escravos. As sociedades são feitas de portas fechadas, tabus, leis, repressões e supressões. As sociedades são agregados de irremediáveis palermas, patifes e gente má. E só à beira do precipício é que dão conta de que o que lhes ensinaram é falso. Ainda assim, ou por isso, nada é pior do que uma sociedade deixar-se governar por doentes. Dostoievski descreveu-os como ninguém -designou-os Demónios. Castélio e Calvino foram/são disso, exemplo. Deste 'vai-e-vem', deste 'anda-desanda' são proféticas as palavras de Rimbaud a Ernest Delahaye ('admirador' da superioridade alemã)
− "Idiotas! Voltarão para casa ao som dos seus tambores e trombetas para comer salsichas, crentes de que tudo acabou. Mas vê-los-ás militarizados dos pés à cabeça, comandados por chefes traiçoeiros que não lhes darão um momento de sossego, engolir por muito tempo a conversa fiada da glória... o regime de ferro e loucura aprisionará toda a sociedade alemã. E, tudo isso, para serem esmagados por uma coligação qualquer!"
Não há no meu texto, ou no ínsito, apologia de 'coisa' alguma ou alguém. A não ser abrir portas por forma a que se possa contrapôr as malfeitorias dos Chicago boys às 'benfeitorias' presentes e preconizadas pelos Santiago boys.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
29/06/2022
Deixai o Mouzinho da Silveira em paz!
Em
breve celebraremos meio-século do fim do Estado Novo e de vida da Democracia. Não
é tempo de vida bastante para que a sociedade se deixe de apontar as falhas do
dito e trate de levantar as falências de toda a índole que democraticamente
granjeou e obteve? Por uma razão simples: é que, à excepção de quantos se
dedicam à História, já está vencido o prazo de validade para avocações de 1 - triste «orfandade» e menos ‘direito’ haverá quando 2 - os actores mencionados foram tão
desprezíveis e fizeram tanto mal.
É
pulhice, mesmo que seja obliterado tudo o que respeite à contextualização — a
não ser que se use Ortega y Gasset, somente para os efeitos convenientes, como cliché ou seja, para compor um medíocre
florilégio retórico —, alguém ridicularizar Américo Tomás tendo como contraponto
Marcelo Rebelo de Sousa; ou caçoar de Marcelo Caetano contrapondo-o a Pinto
Balsemão, António Costa ou, pior, a José Sócrates; ou escarnecer de Duarte
Pacheco tendo como contraponto Pedro Marques, António Mendonça ou, pior, Pedro
Nuno Santos.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
31/10/2021
As formas da merda
Há
contextos, ocasiões, bípedes, … em que não tenho como recorrer a sinonímia burilada
para me referir a eles. Seria mais agradável quiçá para os visados e para quem
lê, mas seria pior para quem escreve pela 1. esforço de contenção e 2. iludia a
exacta designação dos componentes.
Se há virtude que a merda desmerece é todo e
qualquer tipo de acção virtuosa, probidade retórica, esmero cívico ou urbanidade!
Ao ler, em diferentes órgãos de comunicação social, que
“a GNR estará a realizar perícias à roupa, ao papel higiénico e a fragmentos biológicos de Nuno Santos - o trabalhador mortalmente atropelado a 18 de junho pela viatura oficial em que seguia o montículo de merda, que está ministro da Administração Interna, na A6”
designo-o(s) assim e, confesso, não liquido a minha indignação.
O dejecto,
ministro, tem ciência disto tudo, do mais que nós desconhecemos, provavelmente
jamais saberemos, e, não há comunicados, reclamações de inocência que lhe valham.
Parte dessa canalha desmerece-me o que seja aquém de inominável ‒ são nojentos e menos do que profundo asco,
para mim, é um exagero.
Abreviando — o cagalhão no topo do bolo seria a nossa ‘justiça’, no futuro, eximindo a poia que está ministro, a abornalar quaisquer formas de isenção de culpabilidade com uma decisão – no trabalho não se mija nem caga! ‒ que fizesse jurisprudência.
Pulhas!
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
21/02/2021
O «chefe de brigada» Rosas
Diz quem sabe que a hiena-chefe era Fernando Rosas
(in Diário de Lisboa, 19.05.1976)
E é a crápulas destes que, a troco de nada e razão alguma, estendem passadeiras para que os biltres (presentemente arvoram-se em zelotas) discreteiem sobre a Ética e a Moral na vida pública, e façam prelecções sobre Estado de Direito!
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
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