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28/04/2026
17/11/2024
Pleito não é (como escreveu B. Shaw?)
comentário é com certeza, e definitivo. *
A miséria de uma sociedade reles. À luz de
que ‘parâmetros’ se pode apreciar a decisão? Se os houver então
equaciono a decisão, perguntando: ―
O evocado ‘sofrimento’ (burnout) é ponderado, tomando por
referencial o ‘sofrimento’ de que outros mesteres?
E se houver
estes referentes, tomando-os por atacado então, à luz de que
normas, preceitos, doutrina ética são determinados?
Se há ― doutrina ética ― então,
como se compagina, concilia com o substância (ética) exarado «na» e
outorgado «pela» Constituição da República?
Obs: em momento
algum convoco a Moral porque convocá-la num assunto desta natureza
exige uma ‘religiosidade’ que abjurei e uma crença que repudiei,
há muito.
Não nos faltam trafulhas ―
e medíocres! ― que,
por muito menos, se esganiçam bramindo «vergonha!» - a vergonha
que sabem não existir. Somos uma sociedade que possuirá
personalidade, sim; o carácter é que se lhe escafedeu, há muito;
ou nunca existiu. O Vergílio Ferreira da minha predilecção anotou
no «Diário Íntimo»
“Um problema de verdade-e-erro só é nosso
quando o sangue o reconhece”.
Obs: Longe de mim imaginar quando
ontem, noutro sítio, citei Stig Dagerman que dele faria uso hoje
novamente ―
um espelho! ―
“há quem diga que o esgoto contém a verdade mais
significativa de uma sociedade e que, em vez do desprezo geral,
merece uma consideração geral”
Não
fosse a minha abertura de espírito, era um postulado. Melhor:
axioma.
De nós, ou que nos caia feito à medida, já não se vai nem
além, nem mais
ajustadamente; já
tudo foi dito e escrito.Thomas
Bernhard (outro, da plêiade
que me fascina e consome o tempo) escreveu um livro em que pespegou o
seguinte ‘frontispício’
Le tragique c’est que l’humanité, comme disait Père en connaissance de cause, prend toujours le mauvais
chemin. L’humanité est un pacient que absorbe tout ce qu’on lui
donne n’import quel toxique mortel, disait Père
* Apostilas
não as haverá porque sendo eu um ignorante, ainda e sempre em
construção, nada tenho para transmitir; para além disso, é da
natureza da ciência a auto-regulação e auto-correção.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
18/07/2024
Os (nossos) inveterados democratas
" Elon
Musk revelou que a Comissão Europeia propôs às plataformas de
redes sociais acordos ilegais, secretos, no período que antecedeu as
recentes eleições europeias. O acordo pressupunha que as redes
sociais sigilosamente censurassem os conteúdos e, em contrapartida,
ficariam imunes a processos judiciais que redundariam em multas
gigantescas e restrições à sua actividade comercial. O Facebook e
a Google aceitaram, segundo Elon Musk.
A
hipocrisia e o cinismo da Comissão Europeia é extrordinária ―
Bruxelas alerta constantemente para a ameaça da Rússia via disseminação de notícias falsas, desinformação e discursos de
ódio. Mas, se isto é verdade, também é verdade que as pulsões
censórias são um modo de acção das elites da União. O desprezo
pelos cidadãos e pela democracia assenta na presunção de que os
burocratas e decisores da União Europeia sabem o que é melhor para
a sociedade e, portanto, serão eles a decidir o que é discurso
aceitável, o que pode e não pode ser dito.
O
Regulamento dos Serviços Digitais é uma máscara; é um subterfúgio
para controlar narrativas úteis aos interesses da oligarquia e, para
o efeito, usa polígrafos, algoritmos de remoção de conteúdos,
cancelamento de utilizadores inconvenientes, …
A censura ‘democrática’ é promovida por dirigentes políticos com
a cumplicidade activa de algumas plataformas, e passiva da comunicação
social tradicional." *
O
Partido Socialista, e o governo de António Costa alapado nas costa
da pandemia, assim fez. A excepção foi o Observador que prescindiu da ‘penhora’.
Luis
Montenegro, agora primeiro-ministro, perante as
dificuldades das marcas da Global Media Group ―
DN,
JN,
O Jogo, Motor 24, TSF, … ― e a consequente jeremíada não descartou categoricamente eventuais apoios.
Entretanto - ai, as generalizações! -, a qualidade dos pregadores domésticos é mais ou menos esta
Em
Espanha o inveterado democrata socialista, Sanchéz, prepara-se e,
para tanto, propõe-se
* Telmo Azevedo Fernandes
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
13/05/2023
12/09/2022
Um pequeno buraco afunda um grande barco
Há dias, fazendo zapping, apanhei o sr. Vieira da Silva a perorar. Uma autoridade! Apesar de não me ter suscitado interesse nem curiosidade bastante para o continuar a ouvir, ainda assim ouvi-o justificar — “a fórmula (cálculo das pensões) foi concebida para um cenário de inflação em redor dos 2%”. Nunca apanham pela frente quem, na hora, os confronte pelo menos com o adjectivo qualificativo mais do que merecido.
Com mais ou menos justificações de cálculo actuarial a dita fórmula, desajustada desde a concepção, foi uma trambiquice. O facto de determinadas ‘coisas’ serem feitas com absoluta cobertura legal não as transforma em algo menos do que vigarice.
Os elementos da fórmula matemática em que sempre têm falhado ‒ da direita à esquerda ‒ jamais foram as constantes, as incógnitas, os operadores ou sequer os símbolos lógicos; foram/são a ausência de honestidade e a falta de coragem. A isso acresce(u) a intencionalidade e a mundividência dos genitores, mais a imbecilidade da prole.
***
Há cerca de trinta anos andou por cá uma seguradora de capitais americanos dedicada exclusivamente à venda de seguros (de vida) com capitalização. Uns campeões! O simulador e a cascata de fundamentos ‘garantiam’ uma taxa entre 8 e 10%.
***
Nada de novo, portanto ‒ sejam os sujeitos alguém em nome da administração pública ou gabirus privados.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
06/11/2021
O hibisco da justiça
•para
uns tantos ‒ poucos ‒ dessegredo ou segredo de justiça, depende do
contexto, das circunstâncias, da conveniência strictu sensu, da especialidade e de umas quantas tecnicalidades;
•para
outros, ‒ muitos menos ‒ enquanto estão qualquer coisa, a pétala da
lei é imperativa, e, depois de estarem, veremos.
A
justiça, o «segredo de justiça» do nosso ‘estado-de-direito’ tem dias. É como o
hibisco ‒ em dias nevoentos e
a partir do lusco-fusco fecha as pétalas. Se não está bem, não se dê ares de
hibisco ‒ o hibisco não viceja
em meios lodosos.
Escrito/Editado por
David R. Oliveira
13/09/2020
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