5 de dezembro de 2021

Os 'heróis' de Peniche

são
os não-sei-quantos que bazaram do forte de Peniche.
Não espanta que, por cá, em pleno século XXI — tal e qual como expressam, os comuns de raciocínio profundo, a perplexidade —, sejam vendáveis estórias de façanhas heróicas com aquela importância. E façam o seu percurso, impantes.
Se, pelo que se sabe, as/os bruxos, cartomantes, astrólogos e especialistas de outras ciências vivem bem, por que não?!
Apesar de incréu até eu a tragava se fosse provado que, o António das botinas, não fez de contas que era tótó ou se deixou levar por um acometimento de humanidade.
Se, em vez de os encafuar em
Peniche, lhes metesse nas mãos guias-de-marcha para o Tarrafal ainda podia ter-lhes ofertado uma chata e os remos para se evadirem. E apostar.
Como dizem que era um mão-de-vaca, às tantas fez contas à despesa com a chata mais os remos.