Se são bezerros ou cordeiros, desde
que cumpram a(s) “funções”, tanto faz.
Quais são (as funções)?
– Legitimar, de acordo com as
regras determinadas, os poderes democráticos instituídos;
– Serem usados como alvo
retaliatório pela vizinhança "desavinda ou hostil”;
– Serem usados como símbolos
sacrificiais pelos ‘síndicos’ do «grande condomínio» aspergindo os povos com o
sangue dos imolados na ara da «Santa Aliança»
Segundo o Velho
Testamento assim era efectuado e assim fez Moisés
— Êxodo 24:7-8 e Levítico 1:10 — e segundo o Novo Testamento foi repetido pelo
Cordeiro de Deus, Jesus,
que se submeteu à sevícia e crucificação presumindo remir as culpas e os pecados
da humanidade. Não remiu e, parece-me, a Humanidade não ficou penhorada nem
agradecida.
“Um dos terroristas de Bruxelas foi deportado pela
Turquia em Junho de 2015”, revelou o Presidente turco, Tayyip Erdogan. Declarou
mais Tayyip Erdogan “as autoridades belgas foram informadas, mas deixaram
o suspeito em liberdade por não terem sido detectadas ligações a actividades
terroristas”. E Tayyip
Erdogan esclareceu, e ‘denunciou’ mais: “ignoraram os avisos de Ancara de que se
tratava de um militante com ligações ao radicalismo islâmico”.
Comparativamente ao chinfrim
que a comunicação social faz com as bovinas expressões de pesar dos rebanhos — em
Bruxelas, hoje, como ontem em Paris e anteontem em Madrid, … — a ênfase dada às
declarações do presidente turco foi/é nenhuma. E é revoltante por ser nenhuma.


