O DN de ontem (1)
– sábado, 28.11 – dava nota que
«o
governo de António Costa quer a aprovação final do OE 2016 em Março – depois de Cavaco Silva
já não ser PR. A proposta vai agora começar a ser preparada e os calendários serão modelados de forma a que o momento da aprovação
final e global do documento se faça com um novo inquilino no Palácio de
Belém. O PS, acompanhado do resto da esquerda no parlamento, terá poder para
controlar o calendário.»
Hoje a televisão dá a saber que o “neófito” Mário
Centeno aproveitou a “prédica” que proferiu no Fórum Empresarial do Algarve para deixar escapar que o OE
2016
“vai
ser apresentado o mais depressa possível. Não é desejável que o país esteja num prolongado período sem um dos mais
importantes instrumentos de governação”.
Amouchou!
O que sucedeu entre a transacta noite de sexta-feira e o dia
de ontem, sábado?
Nada de especial — sabe-se que uma das pequenas “tarefas” do novel ministro era a
de ligar para Bruxelas e
ter uma “prosa” com os «mangas de alpaca» lá do sítio.
O capataz é um tipo
importante, mas o patrão também é. Um aborrecimento!
(1) a “nota” terá sido redigida durante a noite de
sexta para sábado, obviamente.

