venturoso
será, decerto.
A
comunicação social dá a saber que lá mais para o fim do mês, um grupo de
«trinta personalidades», os imprescindíveis crânios, exibem ao mundo o fruto do
seu desvelo, do gentil e angustiado discernimento sobre a insalubridade do
“ambiente” – o manifesto «Por uma Democracia de Qualidade».
O
primeiro vagido «a
reforma eleitoral é possível desde há 17 anos» do neném, consta, foi
dado por Ribeiro e Castro; o “choro” «é o atraso dessa reforma que contribui para um certo atoleiro,
um certo pântano em que se tem vindo a viver e um descontentamento crescente da
cidadania» também.
Volvidos 17 anos de oportunidades desperdiçadas e agora, quando estamos no átrio de um
promissor, fecundo e florescente período político em que o
PS
detém 1
- a maioria dos municípios, 2 - a presidência da ANM, 3 - a maioria e a presidência de
uma das duas Juntas Metropolitanas; se prepara para obter, em 2015, 4 - a
maioria absoluta no parlamento e, por consequência, 5 - o primeiro-ministro e 6 - a
presidência da república, em 2016… pelo sentido de oportunidade será caso para
lhes dar os parabéns e proclamar a penhora pela devoção.


