Ontem,
Álvaro Santos Pereira, ex-ministro
da economia, afirmou que as contrapartidas [negociadas pelos vários governos] na
compra de equipamento militar eram "imaginárias” «(…) os
multiplicadores (por exemplo, a transferência de tecnologia dos fabricantes
para o país comprador) utilizados, na ordem dos 20, 30 ou 40... estamos a falar
de contrapartidas não realistas (…) um milagre
de multiplicação dos euros investidos»
Imaginativos,
que imaginam que os outros são todos parvos, é o que mais há.
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Hoje,
um jornal diário, dá a saber [increpando a carência
de apoio] que um “génio” escolhido para ir aos EUA [suspeito que o MIT já teve dias mais auspiciosos] apresentar um projecto
inovador -- uma plataforma que aumenta 20 vezes a
possibilidade de ganhar o Euromilhões -- corre o risco de, por falta
de dinheiro, ficar a ver os aviões a descolar. E a TAP não parece disposta a
dar-lhe boleia.
Quem não corre risco
algum sou eu se afirmar que [sem recurso a grande
imaginação] fica comprovado poder um superlativo idiota [atendendo à idade uma forte propensão para a trapaça,…p’ra
não escrever pior] presumir-se [e ser
presumido] o mais instruído e burilado génio. E garanto que não careço
de qualquer pós-graduação em Análise Combinatória e/ou Cálculo Probabilístico e, pelo que vejo, um tanto menos ministrada ou supervisionada pelos do MIT (Massachusetts Institute of Technology)


