Poucos deram por isso [se foram mais do que uns poucos, as minhas
desculpas: andei distraído].
A preocupação desses poucos com a ajuda do 1 -- desinteresse da comunicação social [não era assunto que vendesse papel ou garantisse shares de audiência], 2 – com o sequaz, criminoso, silêncio dos partidos,... [tudo que não produza resultados imediatos não ganha votos], 3 – a oposição passiva dos eventuais “candidatos” [a procriar], 4 – o respaldo de uma determinada «euforia perpétua» que privilegia o lema, “epicurista”, «carpe diem quam minimum credula postero» [aproveite o dia de hoje e desconfie do amanhã] acima de todas as “coisas” e 5 – a circunstância de entretanto ter surgido a «crise» [um aliado imprevisto(!) que logo foi instituída como alibi e sossega consciências], valeram nada.
A preocupação desses poucos com a ajuda do 1 -- desinteresse da comunicação social [não era assunto que vendesse papel ou garantisse shares de audiência], 2 – com o sequaz, criminoso, silêncio dos partidos,... [tudo que não produza resultados imediatos não ganha votos], 3 – a oposição passiva dos eventuais “candidatos” [a procriar], 4 – o respaldo de uma determinada «euforia perpétua» que privilegia o lema, “epicurista”, «carpe diem quam minimum credula postero» [aproveite o dia de hoje e desconfie do amanhã] acima de todas as “coisas” e 5 – a circunstância de entretanto ter surgido a «crise» [um aliado imprevisto(!) que logo foi instituída como alibi e sossega consciências], valeram nada.
Foi o que, até à data, sucedeu com o problemão demográfico.
Há oito/sete anos, despretensiosamente, dediquei algumas linhas ao
assunto e num desses textos, recordo, escrevi que íamos a caminho de nos
reduzirmos a uma diminuta «tribo» [com
as inevitáveis consequências].
Se há meia-dúzia de meses só se dedicava ao assunto quem
profissional ou academicamente o tinha de fazer, agora parece estar no topo das
agendas de qualquer bicho-careta. Sugere que não há fome que não dê em fartura.
Sugere e bem… de que são muitas as vontades subjugadas pelos parcos pecúlios, de
boas intenções e melhores palavras. Querem
lá ver que daqui a dois ou três anos terão de reabrir as maternidades
encerradas?!



