«primeiro que se saiba o que se quer; segundo que se saiba como se há-de querer e por fim, como se hão-de realizar os propósitos de que se está animado»
Quem, em 1927, assim grafou preocupava-se com aquele presente em que só via «filósofos, retóricos
e literatos» incapazes de dar uma solução concreta ao «problema
elementar» e pulularem «estadistas e reformadores» dos quais inventariou terem «programas e falta de gramática».
…não
endrominem mais o populacho.
Para
adiantar serviço e de uma vez por todas, tratem dos baraços para levar ao
pescoço no lugar das gravatas e ide a Berlim e Bruxelas dizer que 1 -- os
vossos aios, vós mesmos e mais o raio que vos parta a todos são pouco mais do
que uns inúteis ou, se melhor proveito pressentirem, que 2 -- a mole de inúteis,
na choça, anda irremediavelmente desnorteada.



