Não
é de agora mas a “deformidade” tem vindo a alastrar. Ou pior, acentua-se.
Praticamente
não há orgão, instituição, colectividade ou pessoa individualmente considerada
que proponha, sugira, solicite, advogue, patrocine, requeira, inste, rogue a outrém
o que seja; não há. Exige-se.
Divertido
é assinalar a relação, a congruência e/ou cabimento, entre a irrelevância do rigoroso
ou pertinente e a força com que dá o
murro na mesa, com que bate o pé,…
Não
há terapia [individual ou grupal], medicina ou mezinha que contenha ou debele a
maleita; não há psicólogo, psiquiatra ou psicanalista, benzedor ou charlatão
que a vença. A maleita é da cabeça.



