«O
que não tem remédio, remediado está» embora, para o caso, a questão não seja propriamente de remédios, mas de opção: deixar
ou não deixar, andar.
Sempre ouvi dizer [por quem pode] que, a
existirem, serão x vezes elevado a n
mais inteligentes e evoluídos do que os terráqueos. Nunca duvidei; parece-me
óbvio.
Os
serviços de inteligência russos possuem provas irrefutáveis da existência de
vida inteligente noutros planetas e, pior [desagradou-me
imenso], os Estados Unidos da América são, desde meados do século
passado, governados por extraterrestres. Ora se Edward Snowden, que viu e sabe o
que eu só de ler fico com suores frios, quem sou eu p’ra duvidar?
Se
“eles” cá estão e “nós” ‘inda agora suspeitamos se o «erro» do cartaginês
Aníbal Barca terá sido a proveniência dos elefantes [como
pôde um general crer no que quer que seja originário do corno de África! Era um
tótó] mais do que as adversidades [as
precárias condições e a exiguidade dos caminhos não terão sido irrelevantes],
a invernia, o peso dos mastodontes e…
Isto, por um “lado” [como
chegámos até aqui]; por outro -- como
serão os assuntos resolvidos --, faça-se fé na “premonitória” de Bill
Gates «até
2035 nenhuma nação será tão pobre quanto qualquer uma das 35 que o Banco
Mundial classifica actualmente como de baixos recursos, mesmo ajustando a
inflação (…) existem "três mitos" que bloqueiam o progresso
dos pobres: os países pobres estão condenados a ficar pobres; a ajuda externa é um
grande desperdício e salvar vidas leva ao excesso de população (…) Acreditar
que o mundo está a ficar pior, que não podemos resolver a extrema pobreza e a
doença, não é apenas um erro. É prejudicial (…) O mundo está melhor do que nunca. Em duas
décadas, será melhor ainda»
Se
Bill Gates o diz quem sou eu p’ra duvidar?
Como «não há bela sem senão» encontrei, na profecia, uma “incongruência” «a maioria dos
países terá um PIB per capita em 2035 maior do que tem hoje a China».
Deduzo que terá sido problema na folha de cálculo e que não esmiuçarei por se
tratar de aritmética, algo incompatível com o presumido timbre, engraçadístico,
da croniqueta. Se não fôr, será birra ou capricho meu [o
José Rodrigues dos Santos também se despede de mim, quando o vejo, com um
suspeito piscar de olho e por mais que eu desgoste toda a gente lhe acha muita
gracinha, porra].
Que o dia vai bonito, vai.