«Todas as coisas têm uma moral, desde que se saiba encontrá-la»
“Alice no país das maravilhas”, Lewis Carroll
Considerando
a anterior e costumeira frequência pode dizer-se que, a criatura há muito, pouco ou nada dizia. Tardou.
Mais a mais se se considerar que o outro “marreta”, “escreve” semanalmente e
pigarreia bitaites a torto e a direito.
Freitas do Amaral terá dito que o Governo está «a agravar
aceleradamente a tomada destas medidas [do OE], que são todas inconstitucionais, para criar
um conflito grave com o Tribunal Constitucional e, a partir daí, poder
demitir-se e exigir eleições» e que a nova tabela salarial para os
funcionários públicos é «discriminatória, injusta e ofensiva, por impor maiores
reduções de salários ao funcionalismo intermédio do que aos escalões superiores»
visando «aprofundar
a destruição das classes médias (…) sem classes médias fortes e com boas
perspectivas de futuro, é a própria democracia que fica em perigo
(…)» pelo que «é altura de dizer basta e de fazer este
governo recuar (…) a continuar por este caminho, qualquer dia temos aí uma
ditadura», etc, etc…E
tal, acrescento eu.
Da babosa da criatura nada, absolutamente nada, me interessa. Da ascendência de todos estes lídimos filhos da pátria se ocuparam, e bem, alguns contemporâneos. E de entre eles Guerra Junqueiro, debuxou-os assim
Da babosa da criatura nada, absolutamente nada, me interessa. Da ascendência de todos estes lídimos filhos da pátria se ocuparam, e bem, alguns contemporâneos. E de entre eles Guerra Junqueiro, debuxou-os assim

