sábado, 19 de outubro de 2013
quarta-feira, 16 de outubro de 2013
Mantém-se o delírio [colectivo]

Faz
hoje precisamente um ano que, em relação à proposta de OE 2013, escrevi «Delírio». Do "prognóstico" feito falam, agora,
os nºs e os índices. Em caso de dúvida(s) basta atentar n' 1 – a previsão pespegada no relatório anexo à
proposta OE13, 2 – «Delírio», 3 – a previsão corrigida ínsita no relatório anexo
ao OE14.
A
apreciação que entendo dever fazer à proposta de orçamento e ao relatório,
designadamente no que concerne à previsão macro para 2014, vai por aqui…
o doente
mantém-se profundamente debilitado e revela contínuos estados de delírio
Por não ser obrigação nem dever, limitar-me-ei ao seguinte
Por não ser obrigação nem dever, limitar-me-ei ao seguinte
terça-feira, 15 de outubro de 2013
A cereja
Digamos que obtêm o que fizeram por merecer sendo certo, também, que designar o que houve entre Portugal e Angola ao nível de Estados por «parceria estratégica» foi um embuste político e diplomático. Parceria em quê? e estratégico para quem? em que é que Portugal obteve por parte de Angola algum estatuto de parceiro preferencial?!
sábado, 12 de outubro de 2013
... e embrulhem
«[…]
Portugal tem um papel fundamental na CPLP. Mas se está reduzido a um
protectorado, como afirma o senhor vice-primeiro-ministro Paulo Portas e muitos
outros políticos portugueses, não tem capacidade para assumir as suas
responsabilidades na comunidade dos países que falam a Língua Portuguesa. Está
pior do que a Guiné-Bissau, apesar de tudo um Estado soberano. E corre o risco
de ter um estatuto político muito próximo da “aspirante” Guiné Equatorial. Fazemos
esta constatação, com mágoa. Mas a vida continua e a CPLP não pode ficar à
espera de um Portugal que até os seus mais altos dirigentes políticos aceitam
seja um protectorado. […] Se Portugal perdeu a independência, não está em
condições de assumir qualquer responsabilidade no seio da comunidade. Mas todos
juntos, podemos e devemos lutar para que um país fundador reconquiste a sua
independência. As elites portuguesas que têm sentido patriótico podem contar
com os povos da CPLP na luta pela reconquista da independência de Portugal.
Estamos todos ansiosos para que esse pesadelo tenha fim […]»
in Jornal de Angola, Editorial – 12/10/13
Das
coisas que já escrevi mas que não voltarei a escrever, uma, foi
«só falta ver os
cães a mijarem-vos nas pernas ou nas calças, caso estejam vestidos»
Se bem que deteste
aqueles canídeos o certo é que nunca serei eu a enxotá-los. Limitar-me-ei a
contemplar a cena.
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