quarta-feira, 16 de outubro de 2013

Reciprocidade prática

Mantém-se o delírio [colectivo]


Faz hoje precisamente um ano que, em relação à proposta de OE 2013, escrevi «Delírio». Do "prognóstico" feito falam, agora, os nºs e os índices. Em caso de dúvida(s) basta atentar n' 1 – a previsão pespegada no relatório anexo à proposta OE13, 2 – «Delírio», 3 – a previsão corrigida ínsita no relatório anexo ao OE14.

A apreciação que entendo dever fazer à proposta de orçamento e ao relatório, designadamente no que concerne à previsão macro para 2014, vai por aqui…

o doente mantém-se profundamente debilitado e revela contínuos estados de delírio
Por não ser obrigação nem dever, limitar-me-ei ao seguinte

terça-feira, 15 de outubro de 2013

A cereja

 
Digamos que obtêm o que fizeram por merecer sendo certo, também, que designar o que houve entre Portugal e Angola ao nível de Estados por «parceria estratégica» foi um embuste político e diplomático. Parceria em quê? e estratégico para quem? em que é que Portugal obteve por parte de Angola algum estatuto de parceiro preferencial?!



sábado, 12 de outubro de 2013

... e embrulhem



«[…] Portugal tem um papel fundamental na CPLP. Mas se está reduzido a um protectorado, como afirma o senhor vice-primeiro-ministro Paulo Portas e muitos outros políticos portugueses, não tem capacidade para assumir as suas responsabilidades na comunidade dos países que falam a Língua Portuguesa. Está pior do que a Guiné-Bissau, apesar de tudo um Estado soberano. E corre o risco de ter um estatuto político muito próximo da “aspirante” Guiné Equatorial. Fazemos esta constatação, com mágoa. Mas a vida continua e a CPLP não pode ficar à espera de um Portugal que até os seus mais altos dirigentes políticos aceitam seja um protectorado. […] Se Portugal perdeu a independência, não está em condições de assumir qualquer responsabilidade no seio da comunidade. Mas todos juntos, podemos e devemos lutar para que um país fundador reconquiste a sua independência. As elites portuguesas que têm sentido patriótico podem contar com os povos da CPLP na luta pela reconquista da independência de Portugal. Estamos todos ansiosos para que esse pesadelo tenha fim […]»
 
in Jornal de Angola, Editorial – 12/10/13

Das coisas que já escrevi mas que não voltarei a escrever, uma, foi
«só falta ver os cães a mijarem-vos nas pernas ou nas calças, caso estejam vestidos»
Se bem que deteste aqueles canídeos o certo é que nunca serei eu a enxotá-los. Limitar-me-ei a contemplar a cena.