Carlos Costal, o cidadão que foi detido no dia 9 de Junho, em Elvas,
por difamação do Presidente da República, vai apelar a Cavaco Silva para que
desista da queixa. Nesse intuito já fez chegar a Belém uma carta para «explicar o
contexto do protesto»
«Tudo farei para demonstrar ao Presidente que nunca quis
pôr em causa o seu bom nome. O meu protesto foi mais um no meio de tantos
outros, como é visível pelas imagens televisivas (…) Não sou activista,
não pertenço a nenhum partido, não pertenço a nenhum sindicato e nunca
participei em nenhuma manifestação. Ou seja, sou um pacato indivíduo que não
faz mal a ninguém (…) Não tinha a noção que estava a cometer um crime»
Antropóide predominante na fauna ibérica que, ao contrário
dos restantes hominídeos autóctones, se caracteriza por comportamentos individuais
e colectivos inicialmente similares ao do mabeco africano mas que nas últimas
décadas, denota uma forte degenerescência ou obsolescência. Sem que [na comunidade científica] haja certezas, constata-se
que o lusibeco tem perdido algumas características
diferenciadoras tais como o espírito
gregário [razão por que tendem a não funcionar em
matilhas].
É um animal eminentemente táctico e intrinsecamente
covarde. Esta subespécie ao contrário dos seus parentes africanos [que só se alimentam das presas que eles próprios matam e
nunca tocam em carcaças] denota uma atracção ainda não explicada por odores
fortes, matéria orgânica em decomposição e “sangue”. Esta “necrofagia” [semelhante às hienas] tem constituido uma das mais
fortes instigações à comunidade.
É pacífico que as “mutações” caracteriológicas da
espécie têm em larga escala sido induzidas pela evolução tecnológica sobretudo pela
internet. De essas “mutações” faz
parte uma óbvia tendência para isoladamente ou em comunidades virtuais, serem
muito mais barulhentos [revelando uma filia inexplicada pela comunicação televisionada] o que por sua vez, crêem os cientistas, os torna mais
erráticos, menos eficazes e inconsequentes.
* mabeco ibérico/lusitano