quinta-feira, 19 de setembro de 2013
domingo, 15 de setembro de 2013
Portugal Europeu. E agora?
Com
propósito, mérito * e utilidade
inquestionáveis, a Fundação Francisco
Manuel dos Santos realizou um ciclo de conferências e debates, «Presente no
Futuro / Portugal Europeu. E agora?». Oportunidade para [sem pressa] ouvir,
questionar, confrontar gente que vale a pena ser ouvida [quaisquer que sejam as
perspectivas] como Maria João Rodrigues,
José Manuel Félix Ribeiro, D. Manuel Clemente, Wolfgang Münchau, Reinhard
Naumann já que outros do tipo «arroz-de-quinze»/«vou-a-todas-gosto-de-me-ver-e-ouvir» como Manuel Villaverde Cabral, António
Vitorino, Augusto Mateus, João Cravinho, Ana Gomes, Pacheco Pereira, … por
natureza estão por terem de estar, por atavismo e muito por não haver coragem
para os ignorar até porque nunca dizem sim e/ou não. Administram-no [coisa
rigorosamente diversa], e usualmente ficam pelo “talvez”.
A
dizerem, no mínimo, seria para se desdizerem ou voltar a enganar quem os ouve.
sábado, 14 de setembro de 2013
sexta-feira, 13 de setembro de 2013
A sevandija que se mostra na passerelle
«O Homem é humano quase tanto como voa a galinha. Quando apanha uma traulitada, quando um carro a obriga a bailar, lá vai ela pelos ares até ao telhado, mas logo de seguida aterra no lodo e desata a debicar na bosta. É a natureza, a ambição dela. Entre nós, na sociedade dá-se exactamente o mesmo. Deixa-se de ser tratante sob a acção de uma catástrofe. Quando tudo volta ao normal, a natureza retorna logo ao que era. Por isso mesmo é que, de uma Revolução, só vinte anos depois se pode ajuizar.»
-- Céline, «Mea culpa» --
Por atacado desfila(ra)m nas têvês alguns dos que antes loquazes e
empertigados turiferários se apresentam, agora, hipocritamente modestos e circunstancialmente
eficientes usuários do repúdio. Alguns, estou em crer, até lobrigam a
oportunidade para passar por canifrazes. São porém, todos [uns por omissão,
outros por acção], perpetradores encartados. Aliás, foram sempre um vulcão
de coisa nenhuma, meio-alucinados com as diversas ordens de enfezados roedores
que o montículo pariu, zumbem e debicam sem pausa ou fastio rodeados
por enxames de jornalistas, comentaristas,…, cardumes de politólogos,
sociólogos e outras excelsas tricotadeiras da palha e mais as respectivas eructações, babas
e decantações.
quarta-feira, 11 de setembro de 2013
A vaca, salva-se?
Eu
sabia. Certo e sabido era que, um post
a dar nota de isso [coisa que não tem, de facto,
novidade alguma nem agora nem nunca] seria um sucesso, garantido. Bem…
até se ouve o ranger de dentes. Mas esse ranger de dentes é para ser levado a
sério? Não porque no fundo, no fundo, o que causa o ranger de dentes e a
saliva seca nos cantos dos lábios, é mais invejinha
do que qualquer outra coisa ou seja, é muito de por-que-não-sou-eu-um-João-Carlos-Montenegro?!
Muitas
outras observações, apropriadas, podem ser feitas sobre o presente como podem
ser adiantadas sobre o futuro, próximo. Por exemplo
-- com a alegada *
fome que por aí anda, imagine-se ao que se terá de sujeitar a vaca quando, em
2015 com a economia fora dos cuidados intensivos, em recobro, fôr o PS a
dirigir o centro hospitalar e o albergue adjacente.
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