Por
não o ter ouvido nem em directo nem em diferido e instigado pelo chinfrim que se instalou depois de ter
sido proferido, optei (quem quer fazer juizos sem embarcar nos soundbytes dos outros tem de proceder sempre
assim) por ler a “prédica” presidencial.
Nada fora da rotina; tudo em conformidade com as regras da gestão da «coisa» sem assustar os mansos, três recados e duas prevenções. De novo, inédito, a requerer atenção redobrada ou cautela que «o-homem-está-disposto-a»... uma xaropada, enfim. Ou então é mesmo o que convém.
Conclusão
Ao
certo, continuarei sem saber se é a canalha
que encharca os meios de propagação
da vozearia que é em demasia, se é da eficácia
dos prosélitos, propugnadores e outros que tais. Da efectiva inutilidade da verborreia
dos primeiros à(s) consequência(s) da
inacção dos segundos, é tudo para ignorar. Por não ser verdade o que por aí está sendo copiosamente verberado.
O
triste de tudo isto é que o Presidente,
infelizmente, não merece melhor nem menos; o governo idem, aspas, aspas e a oposição [carmim,
carmesim, borgonha, vermelha, rosa, etc…] …
Se os anteriores valessem mais do que valem, tinham começado a quebrar a(s)
espinha(s) aos últimos, há muito. Não lhes faltou tempo nem ocasiões. Porque não o
fizeram nem fazem? Isso, tem outras explicações. Nenhuma é devida ao seu indefectível,
inexcedível e inexpugnável apego à Democracia, tout court.