quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Conspiração internacional


Para falar de criação de empregos, trabalho, investimento estrangeiro, políticas de crescimento, etc…as coisas na Europa vão derrapando assim

Explique le président du groupe américain Titan au ministre du Redressement productif, pourquoi il jette l'éponge sur la reprise de l'usine Goodyear d'Amiens Nord

pelo que me parece que os "indignados", profissionais do protesto, planfetarismo e actividades correlatas deveriam dialogar com os chinos, hindús, paquistaneses, vietnamitas, tailandeses,…, mauritanos, marroquinos, cartagineses, argelinos,… Me parece que têm mais é de levar a revolução a essas paragens do que poluir o ambiente destas. 

(A playlist d)Os rouxinóis


Primeiro foi o Hino Nacional... encontravam-se dois rouxinóis à esquina, aborrecidos com a situação ou esfusiantes com um qualquer feito [de preferência desportivo ou a inscrever no Guiness] e, certo e sabido, acabavam a conversa de Hino Nacional a vibrar as cordas vocais; depois uns poucos, menos básicos ou mais cabotinos, passaram a cantarolar [e as ocasionais plateias de cerviz dobrada e nó a apertar o gargomilo a escutar, solenemente] “Cantai” [de Fernando Lopes Graça]; agora estamos no topo da lista dos hits -- Grândola: os rouxinóis juntam-se para exorcizar fantasmas e maus-olhados, cantando Grândola.

Desconheço se existe alguma ligação entre a exuberância dos rouxinóis e as estações do ano [aliás sobre costumes ornitológicos nada sei; sequer se os rouxinóis são ou não, aves de arribação]. Se há, a Primavera está aí; será linda (est)a Primavera em Portugal.

Não sei da transumância de andorinhas e rouxinóis como não sei se as gaivotas são vizinhos colaborantes e pacíficos dos rouxinóis o que não obsta a que lhes proponha, no domínio do «semiótico urbano»*, um outro hit  -- «Uma gaivota voava, voava,/ asas de vento,/ coração de mar./ Como ela, somos livres,/ somos livres de voar.» [de Ermelinda Duarte]

*da grafitologia na empáfia intelectualóide de Carlos Magno

domingo, 17 de fevereiro de 2013

Tomem... E assoem-se


Ontem, a SIC emitiu uns flashbacks de uma entrevista a um relapso e contumaz «inadaptado»
[Manuel Pires, o ''Texas'' ou ''avô Metralha'', que cedo percebeu que queria ser profissional do crime]

Uma criatura que, por convicção, optou ao longo da vida, sempre, por aquilo que não lhe moesse os músculos,  qualquer coisa que na busca de processo de foder o próximo, no máximo lhe acariciasse os neurónios. Como disse o próprio foi a natureza que providenciou no sentido de lhe conceder aquele dom para a falsificação.

por quem sois! os outros andam cá para tudo o resto que lhes dá cabo do quotidiano e mais o de terem paciência bastante para aturar e pagar, directa ou indirectamente, aberrações destas.