domingo, 27 de janeiro de 2013

Sensibilidade à melanina



«(…) vêm aí outra vez os três reis magos, um do BCE, outro da CE  e o mais escurinho, o do FMI, (…)»
                             Arménio Carlos, secret.- geral da CGTP

À direita, seria a inominável expressão do mais repulsivo racismo. À esquerda, na fétida cloaca desses calhordas será, certamente, uma cabala armada por reaccionários.

Homenagem

Fez o que tinha de ser feito: dar por terminada a «festa». Uma vida simples e prontidão.
Obrigado
 
 
Requiescat in pace

Os apóstolos do sicrano



«As trapalhadas internas do PS interessam-me tanto quanto um concurso filatélico. (…) a impopularidade do Governo e uns pulinhos difusos nas intenções de voto convenceram Seguro de que chegara a sua hora. (…) os herdeiros de Sócrates, entusiasmados (…) querem remover Seguro e colocar alguém "confiável" no seu lugar. Parece que António Costa, cuja enorme relevância começou anteontem a ser inventada, é a escolha "natural" dos socialistas (…) Fora do manicómio em que os políticos indígenas cirandam, os estragos causados nos últimos anos bastariam para erradicar o PS do mapa político. Dentro do manicómio, o PS não apenas se acha no direito de reclamar o retorno antecipado ao poder como julga mais provável consegui-lo na exacta versão que, de desastre em desastre, o levou a perder esse poder.
Seguro quis mostrar-se envergonhado das proezas do partido e, sem grandes resultados, tentou disfarçá-lo sob o verniz da responsabilidade. Costa não tem vergonha nenhuma e, se o pernicioso regresso aos mercados não lhe trocar as sondagens, pondera apresentar-se às massas enquanto o orgulhoso representante dos desvarios que condenaram as massas a apertos sem fim à vista. Se nada garante que tamanha extravagância vá longe, a sua mera plausibilidade é suficiente para recear a falta de memória e de juízo do povo. (…) Na política é teoricamente possível reabilitar com leveza o sicrano que, após reduzir uma população à penúria, experimenta, alegadamente a expensas da família e da banca, as delícias de Paris (mas não, salvo seja, a cadeia). Os apóstolos do sicrano andam desejosos de terminar o lindo serviço que iniciaram, e o próprio já é um nome "óbvio" para Belém. Um país assim dá sempre vontade de rir. Mas raramente dá vontade de habitar.»
Alberto Gonçalves
OBS.: o título e as alterações no texto são de minha autoria e responsabilidade

sábado, 26 de janeiro de 2013

Livro de cerimónias


Podia lá ser?...vaguear por aí, pelos peristilos da web e continuar a desconhecer que este ano, de 2013, se comemora(m) o centenário do nascimento de Álvaro Cunhal?! Não. Não sabia, mas sei agora.

Rectitude


«Quem está de dentro como o bicho da fruta, morre com a podridão que provoca»
Jorge de Sena

António Ferreira, presidente do Conselho de Administração do Centro Hospitalar S. João (CHSJ), a partir do momento em que no programa televisivo Olhos nos Olhos apontou com (quase) todas as letras e (mais alguns) silêncios cautelosos, umas poucas generalidades
[que impressionam  as retinas dos cidadãos mais pitosgas mas não impressionam as dos agremiados, avençados, serviçais,… e demais colégios de proxenetas e consortes da república deste logradouro]
tornou-se uma “figura” polémica.