domingo, 23 de dezembro de 2012
sexta-feira, 21 de dezembro de 2012
quinta-feira, 20 de dezembro de 2012
Postais
"só pensam em eleições" e "não mudaram muito desde Sócrates"
Pedro
Passos Coelho
“pabula da corvis, dement tibi lumina corvi”
[alimenta os corvos para que
eles te arranquem os olhos]
~~~ ~~~
António Pires de Lima
Embrulhem!
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Nogueira Leite "larga" a CGD
Além
de ter feito muito bem só tenho de me render à coerência. No mínimo é
distintivo se se considerar a fauna de invertebrados em que nos locomovemos.
Não
se dará pela falta assim como não faltarão candidatos a ocupar a secretária.
Imagino o tamanho da fila de “prebostes” e a azáfama de Relvas a ponderar os jeitos
transactos e a disponibilidade para se porem a jeito no futuro ou seja, a
contar as vértebras dos enfileirados.
~~~ ~~~
O PR promulgou o OE 2013 sem o enviar para o TC
Como
disse Seguro, e bem, volta a ser a hora dos deputados. Mexam-se. E se esta
ainda não fôr a hora que seja a das corporações com comichões.
O
que mais deve haver por aí é gente a engolir em seco. É o que fazem os tretas
ao darem-se conta de que os circunvizinhos fizeram o mesmo e que o visado se
marimbou p’rás arolas vocalizadas pelos circunstantes.
quarta-feira, 19 de dezembro de 2012
Uma palavra [não adventícia] pelo Advento
=
Miserável =
O
que classifico, quem qualifico de miserável?!
· que
a esta altura do campeonato ainda se teorize em torno dos que têm vergonha de
ser, pobres;
· os
“cerebelos” que têm vergonha de assim se tomarem: por pobres.
... digo
eu que, mesmo quando tive [algum] dinheiro, nunca logrei mais do que isso: ser
pobre. Daí nunca ter sido
proprietário de um Bugatti ou, por isso, serem os meus filhos portugueses
[não
seriam, garanto, caso alguma vez tivesse sido rico]
Os
pobres não se fazem ouvir, não se manifestam ou se se manifestam, fazem-no ao
tombar do dia, pela calada da noite, buscando uma sopa quente, tocando a uma
campaínha que lhe ceda um cobertor, buscando um pedaço de chão onde se abrigue,…
não usam a net, não escrevem em blogs, não frequentam redes sociais.
Muitos miseráveis, sim: têm net; frequentam
redes sociais onde exalam piedade e afirmam abraços, solidários e fraternos,
por quanto é copain; abjuram
comportamentos, procedimentos e opções ou silêncios cúmplices; compõem manifestações contra a pobreza; etc…
Lamento
os pobres; compadeço-me com eles. Dou a mão a um pobre. A miseráveis, não: aos
pobres de espírito devoto-lhes efectiva indiferença. Não me condoo com a
situação, injustificável ou justificada, de pobres de espírito. Mais: estou
ciente que no dia ou quando encontrarem vacina para esses miasmas estarão removidos
imensos dos escolhos que vos tolhem os passos e toldam a visão.
A pobreza do século XXI é basicamente igual às dos séculos anteriores. Mais côdea menos côdea. Assim fosse a miséria. Não é: está mais disseminada, mais democrática e infelizmente é muito mais elaborada portanto, dissimulada.
E
é, mais ou menos assim, quase tudo
[no
que concerne à choramingada “pobreza” instalada]
«A felicidade é muito inteligente...
e sabe que o dinheiro da ilusão ou é falso ou é "roubado"».
Túrbida
pode dizer-se de coisa ou assunto não
antecipável, imprevisível,… não
fossem netos e sobrinhos [rigorosamente eles] e pouco mais do que nada me causaria
senão uma contínua e sonora gargalhada. Como se estivessem a contar-me, com
todos os ésses e érres, uma engraçadíssima anedota.
Dos frequentadores
... -- velhos, a caminho de... [onde me incluo], menos novos, novos -- lamento-os. Mas não sem que, sem acinte, os denuncie como perpetradores.
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