quinta-feira, 13 de dezembro de 2012

Regras práticas

[para apanhar moscas]

 


-- … e então, a partir do fim deste ano, como fará?
-- É simples, meu amigo… até agora vinha prestar a assistência e depois, no acto de pagamento, perguntava aos clientes se queriam papel ou não; no fim do ano encerro as portas e depois passo, em primeiro lugar e antes de qualquer outra coisa, a perguntar ao cliente: quer papel? se o cliente quiser, envio-o para a assistência da marca do aparelho; se não, tudo bem, faço o serviço.

Não é com vinagre que se apanham, certamente. Estes nossos “administradores” são de cima a baixo, absolutamente, uns cretinos
[já agora sugiro aos “administradores que montem uma campanha nacional de reeducação cívica do tipo das que foram feitas pelo MFA, a seguir ao 25 A]
Palermas!





domingo, 9 de dezembro de 2012

Impressíveis expressões

... o resto é pouco mais do que uma imensa tundra pejada de arbustos, musgo e líquenes,... Preenchem o espaço mas nunca modificam o panorama.




quinta-feira, 6 de dezembro de 2012

A, má conselheira, pressa

Por que é que -- alguém instigado a ir à(s) têvê(s) comentar quaisquer assuntos e pressente [ou tem a certeza] que não tem amêndoa para descaroçar ou seja, não contém substância que lhe permita ir um pouco além de trivialidades [como é bolsar, por exemplo, a“necessidade de repensar”] -- não recusa o convite?

Me parece que o erro é [ou tem sido] meu por ainda não ter [embora suspeite que já estive mais longe da resolução] desligado de parte apreciável dessa realidade.


Tédio

tempos houve em que se expressavam apoucamentos e dificuldades por «montes e veredas». Nos dias que passam poucas são [ou nenhumas] as vezes em que, esses percursos, são feitos fora de estradas. Há estradas; não há caminhos. Ou há, mas ninguém mais está disposto a calcorreá-los.

terça-feira, 4 de dezembro de 2012

Os cuidados do guardião



Fosse eu o autor dessas palavras e à partida correria o risco de "entrar" nos radares do SIS ou vir a sentar-me no mocho respondendo como réu em processo-crime ou  o Pleitos seria alvo de queixa apresentada ao Blogger... É verdade mas não será o caso.
Do opinioso flibusteiro não me ocupo mais já que, a fazê-lo, seria valorizar-lhe os gorgolejos e consentir numa importância que não lhe reconheço.
Mas não prescindo de a propósito de Moral e povo, lhe apensar  registos jornalísticos, antigos, que certamente se esvaíram da memória do povo mas que serão, no mínimo, bons para  a sua classificação taxonómica.

Folhetim [para seguir]

 

Bem podem negociar [com a agência] as exéquias fúnebres [este, Passos, já não vai a lado algum] e abrir concurso para o melhor  epitáfio.