sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Rien ne va plus

Persistem as réplicas, a tagalerice, às opiniões da Sra. D. Isabel Jonet. Não admira, aliás pouco há que admire. Sobre estes átimos está praticamente tudo esclarecido: os que os desconhecem, de isso não se podem queixar a não ser de si mesmos. Façam uma incursão pelos “ensinamentos” de A. Gramsci, John Dewey,… e, por fim, juntem-lhe o empirismo de Monteiro Lobato [outros poderia invocar; é o que me vem à ideia] -- «quem acredita em alguma coisa sempre acaba levando na cabeça» --, por exemplo, e verão que será mais o que fica dilucidado do que aquilo que não fica.
«A consciência do homem comum mora no bolso»
Da dignidade de uma enorme pool de indignados e da nuvem de indignações Shakespeare foi “mortal”
«Quando isso lhe convém até o diabo pode citar as Escrituras»
 
 
 

Uma "tia" insurge-se
 
[Este seu texto] é, como diz, um capricho.
Que bom seria que as palavras pudessem ser pão. A poluição, sonora e visual, despencaria e o pão não faltava.

quarta-feira, 7 de novembro de 2012

Conveniências

Há por aí … [muitos] que armados ao pingarelho, para impressionar, persistem em imiscuir-se por meandros que compõem parte do deuterocanónico da Economia e para os quais não estão aptos por várias razões [se por  essas não fôr, sê-lo-ão por desconhecimento de imensa informação privilegiada, insight information]. Voluntariamente, enganam-se e levam outros mais à certa porque, involuntariamente, são ludibriados. Mas como mais vale tarde do que nunca e porque nunca ninguém nasceu a saber letras que tal, assim...
 

 
mas que melhor, e mais útil seria para todos, revisitar [rememoriando, estudando] outros mais capítulos da álgebra pegando, por exemplo, no Ostrowski e/ou

terça-feira, 6 de novembro de 2012

Como é rentabilizado o nosso dinheiro? (I)


 
A última vez que dei nota da preocupação com a(s) forma(s) como são usados/rentabilizados os dinheiros do FEFSS (Fundo de Estabilização Financeira da Segurança Social) foi em  Como é rentabilizado o nosso dinheiro?. O que suscitou a minha apreensão está lá no post. Facto é que de isso dei conhecimento [com o intuito de provocar uma discussão útil] ao prof. Luis Bento, por exemplo,… debalde; facto é que, se pretender(mos) saber a qualidade dos Derivados constantes da carteira de activos do FEFSS, não há como ou quais?
 

Passando à frente… Não sei o que lamente mais: se a constatação do que ali pode estar implícito, se as linhas de raciocínio de pessoas [com grande responsabilidade social], como são as que seguem.

domingo, 4 de novembro de 2012

O que mudou


entre Fevereiro e Novembro do ano em curso?
Bem… depende de onde e para onde olhamos. Se olharmos daqui para fora, mudou muito embora menos aceleradamente do que seria necessário; se olharmos para dentro mudou nada, absolutamente nada. E enquanto a preponderância sócio-política de fariseus mentirosos e pervertidos deste calibre fôr a que é e obtiverem respaldo e plateia para os exórdios e as prosmas que compõem o vosso bidet lírico, dificilmente mudará.
em Fevereiro, Mário Soares, dava a saber que tinha insistido e discutido com  ele [Sócrates] «porque queria que ele pedisse o apoio e ele não queria. Falei muito com ele durante muito tempo, duas horas ou três, discutimos brutalmente mas amigavelmente, eu a convencê-lo e ele a não estar convencido»

em Novembro, Mário Soares, diz que «Passos Coelho nunca procurou Rajoy, que não quer ter uma troika em Espanha. Isso faz toda a diferença»

Ratazanas


Há dias li que o dono da Zara doou 20 milhões de euros à Cáritas espanhola.
Mais valia estar quieto. O que de imediato recebeu em troca, e troco não lhe era devido, foi um coro de críticas mais histéricas umas que outras mas todas torpes, soezes e acintosas. Que não foi generosidade mas marketing da Inditex; que foi recurso por forma a isentar-se dos inerentes impostos [Lucia Etxebarria, escritora (!), no Facebook]; que melhor seria alterar as condições de trabalho nas fábricas que fornecem as lojas da Zara e suas irmãs [a Massimo Dutti e a Bershka]; que 20 milhões correspondem a 0,05% da sua fortuna; que correspondem a uma gorjeta de 5 € dada por um espanhol com um pé de meia de dez mil euros;…
 
Não perambularei sobre os insterstícios desses bípedes tão vis quanto acéfalos nem da menorragia porque 1 - as notas que por aqui vou deixando [a mim me] bastam e 2 – desses execrandos átimos de essas inomináveis criaturas já houve quem se tenha ocupado de forma inigualável e perpétua – V. Hugo, Tolstoi, Dostoievski, Zola, …, S. Maughan e T. Mann,..., Daniel Goldhagen,…
por aquelas razões e porque ao ler, de imediato me sobreveio à memória a estória de Josef Janko, contada a Claudio Magris pela avó Anka .