Na hora do aceno de mão são múltiplas, e desordenadas, as minhas emoções.
As razões são intuitivas e de essas destaco apenas o que deixo. E, do que deixo, apenas e só as pessoas
-- os familiares que por cá irão andando [que é uma forma de expressar as coisas que, com excepção dos que carecem de alternativa exequível, me causa incómodo… discordo do estar das pessoas “que estão sempre andando”]; uns poucos amigos que [mais ou menos presentes] me acompanham desde os tempos em que passávamos o Coringe; outros tantos mais que por cá tive o gratíssimo prazer de fazer e o deleite da sua companhia e ainda, em concreto, três outros -- o Francisco Castelo do Claustrofobias, Zé Portugal de Um Jardim no Deserto e o Joshua do Palavrossaurus Rex --, que me deram [e darão, certamente] a satisfação de no decorrer destes derradeiros sete anos terem, aqui e ali, enriquecido, pespontado a minha presença nesta coisa da opinião voluntária gratuita e sem agenda na web com as suas alfinetadas, palavras de incentivo, etc… bem como p´raí outra dúzia e meia, por quem nutro elevado respeito e consideração pessoal e que comigo têm [assim continuaremos] terçado argumentos e/ou átimos [as mais das vezes ironias e sarcasmos] pelo Facebook.
-- os familiares que por cá irão andando [que é uma forma de expressar as coisas que, com excepção dos que carecem de alternativa exequível, me causa incómodo… discordo do estar das pessoas “que estão sempre andando”]; uns poucos amigos que [mais ou menos presentes] me acompanham desde os tempos em que passávamos o Coringe; outros tantos mais que por cá tive o gratíssimo prazer de fazer e o deleite da sua companhia e ainda, em concreto, três outros -- o Francisco Castelo do Claustrofobias, Zé Portugal de Um Jardim no Deserto e o Joshua do Palavrossaurus Rex --, que me deram [e darão, certamente] a satisfação de no decorrer destes derradeiros sete anos terem, aqui e ali, enriquecido, pespontado a minha presença nesta coisa da opinião voluntária gratuita e sem agenda na web com as suas alfinetadas, palavras de incentivo, etc… bem como p´raí outra dúzia e meia, por quem nutro elevado respeito e consideração pessoal e que comigo têm [assim continuaremos] terçado argumentos e/ou átimos [as mais das vezes ironias e sarcasmos] pelo Facebook.
… de todos levo saudades, mas [a oportunidade surgiu como prenda no Natal em 2010, o desafio profissional é deveras entusiasmante, o desejo andava amarfanhado há imensos anos,…] como escrevi, ontem, citando Rabindranath Tagore, vou “de coração confiante”.
Bem sei que não foram poucas as vezes em que me “excedi” nos termos a intenção não foi/é/será ofender, nunca! como diversas vezes aqui o escrevi sou pecador que, na escolha entre o silêncio táctico, conivente ou cobarde e o erro de apreciação, opto [em princípio] pelo risco de eventual erro. É questão de personalidade e, mais do que isso, de carácter.
De todos aguardo que me relevem as falhas e com todos espero poder continuar partilhando.




