quarta-feira, 28 de março de 2012

Quem pode, manda

Baixaram as calças então, agora, ofereçam-lhes o resto.


Nota: o texto jornalístico está redigido segundo os normativos ortográficos que hão-de vigorar. Se não entendem, requeiram tradutor.

terça-feira, 27 de março de 2012

Coisas intragáveis

de um Estado que se reclama de Direito. Intragáveis, serão sempre.Um jogo de embustes. Cindiram-vos em imbecilidade e maldição.Esfarrapada consciência ôntica!


Agradecido ao R.Valle Santos

O que está correr mal?!

Não! a questão é: o que correu mal?
e a resposta, é: os socialistas estiveram ao timão daquilo, dez anos. Onde esse gajos poisam, a herança tem sempre um nome: Desgraça!

Sem ponderação da expectativa

A Fitch vem dizer que baixou o outlook de Portugal e antecipa uma contracção do PIB em 3,7%.
Se assim será, ou não, é o que menos importa ou melhor importará, se se confirmar um dos piores desempenhos; bom mesmo seria que a realidade viesse desmentir todos esses cálculos. Contas por contas são mais exactas as minhas, aqui, em 31 de Janeiro e pior, só as do NECEP.
O resto são [todas] contas incorporando uma [ou mais] variável [que não sei incorporar] denominada “gestão de expectativa(s)”. Mas se houver por aí um Prof. Dr. economista (Teixeira dos Santos, não é hipótese) que me queira elucidar, ficarei reconhecido. É que para gerir expectativas, já me bastam as próprias e mesmo assim, quando ou se pelo meio há mais um outro qualquer interveniente, são imensas as vezes que o racional da coisa vai ralo abaixo. Bem, mas certo certo é que, até ao momento, décima a décima, já estiveram mais longe: já encurtaram o intervalo em 0,7%.
Para essa coisa de afagar os egos e puxar pela auto-estima... boa, boa mesmo é a Fátinha Campos, do Prós e (continua) Prós, da têvê pública. Ou esperar que o Algarve esteja em cima de um gigantesco barril de gás e, nesse caso, não sei exactamente antecipar o contibuto real nas contas públicas e/ou privadas mas não será mau, de certeza. O pior é se depois, por isso, eles começam a ter ideias como os de Barcelona.

Sadismo pedagógico

E tem toda a razão a D. Odete João [deputada socialista].
Submeter as criancinhas a tais suplícios… É [pode ser] traumático!