A Fitch vem dizer que baixou o outlook de Portugal e antecipa uma contracção do PIB em 3,7%.
Se assim será, ou não, é o que menos importa ou melhor importará, se se confirmar um dos piores desempenhos; bom mesmo seria que a realidade viesse desmentir todos esses cálculos. Contas por contas são mais exactas as minhas, aqui, em 31 de Janeiro e pior, só as do NECEP.
O resto são [todas] contas incorporando uma [ou mais] variável [que não sei incorporar] denominada “gestão de expectativa(s)”. Mas se houver por aí um Prof. Dr. economista (Teixeira dos Santos, não é hipótese) que me queira elucidar, ficarei reconhecido. É que para gerir expectativas, já me bastam as próprias e mesmo assim, quando ou se pelo meio há mais um outro qualquer interveniente, são imensas as vezes que o racional da coisa vai ralo abaixo. Bem, mas certo certo é que, até ao momento, décima a décima, já estiveram mais longe: já encurtaram o intervalo em 0,7%.
Para essa coisa de afagar os egos e puxar pela auto-estima... boa, boa mesmo é a Fátinha Campos, do Prós e (continua) Prós, da têvê pública. Ou esperar que o Algarve esteja em cima de um gigantesco barril de gás e, nesse caso, não sei exactamente antecipar o contibuto real nas contas públicas e/ou privadas mas não será mau, de certeza. O pior é se depois, por isso, eles começam a ter ideias como os de Barcelona.
Se assim será, ou não, é o que menos importa ou melhor importará, se se confirmar um dos piores desempenhos; bom mesmo seria que a realidade viesse desmentir todos esses cálculos. Contas por contas são mais exactas as minhas, aqui, em 31 de Janeiro e pior, só as do NECEP.
O resto são [todas] contas incorporando uma [ou mais] variável [que não sei incorporar] denominada “gestão de expectativa(s)”. Mas se houver por aí um Prof. Dr. economista (Teixeira dos Santos, não é hipótese) que me queira elucidar, ficarei reconhecido. É que para gerir expectativas, já me bastam as próprias e mesmo assim, quando ou se pelo meio há mais um outro qualquer interveniente, são imensas as vezes que o racional da coisa vai ralo abaixo. Bem, mas certo certo é que, até ao momento, décima a décima, já estiveram mais longe: já encurtaram o intervalo em 0,7%.
Para essa coisa de afagar os egos e puxar pela auto-estima... boa, boa mesmo é a Fátinha Campos, do Prós e (continua) Prós, da têvê pública. Ou esperar que o Algarve esteja em cima de um gigantesco barril de gás e, nesse caso, não sei exactamente antecipar o contibuto real nas contas públicas e/ou privadas mas não será mau, de certeza. O pior é se depois, por isso, eles começam a ter ideias como os de Barcelona.

