terça-feira, 27 de março de 2012

Sem ponderação da expectativa

A Fitch vem dizer que baixou o outlook de Portugal e antecipa uma contracção do PIB em 3,7%.
Se assim será, ou não, é o que menos importa ou melhor importará, se se confirmar um dos piores desempenhos; bom mesmo seria que a realidade viesse desmentir todos esses cálculos. Contas por contas são mais exactas as minhas, aqui, em 31 de Janeiro e pior, só as do NECEP.
O resto são [todas] contas incorporando uma [ou mais] variável [que não sei incorporar] denominada “gestão de expectativa(s)”. Mas se houver por aí um Prof. Dr. economista (Teixeira dos Santos, não é hipótese) que me queira elucidar, ficarei reconhecido. É que para gerir expectativas, já me bastam as próprias e mesmo assim, quando ou se pelo meio há mais um outro qualquer interveniente, são imensas as vezes que o racional da coisa vai ralo abaixo. Bem, mas certo certo é que, até ao momento, décima a décima, já estiveram mais longe: já encurtaram o intervalo em 0,7%.
Para essa coisa de afagar os egos e puxar pela auto-estima... boa, boa mesmo é a Fátinha Campos, do Prós e (continua) Prós, da têvê pública. Ou esperar que o Algarve esteja em cima de um gigantesco barril de gás e, nesse caso, não sei exactamente antecipar o contibuto real nas contas públicas e/ou privadas mas não será mau, de certeza. O pior é se depois, por isso, eles começam a ter ideias como os de Barcelona.

Sadismo pedagógico

E tem toda a razão a D. Odete João [deputada socialista].
Submeter as criancinhas a tais suplícios… É [pode ser] traumático!

domingo, 25 de março de 2012

"Diálogos" [que,comigo,são sempre] improváveis

(nem no Facebook!)

(…)
Entretanto, o presidente encerra o colóquio, os participantes abandonam ruidosamente a sala, e o átrio fica subitamente cheio. Berck aborda o cientista checo.
         «Fiquei muito comovido com a sua…» hesita propositadamente para fazer sentir a que ponto é difícil achar um termo suficientemente delicado para qualificar o género de discurso pronunciado pelo checo «…pelo seu…testemunho. Tendemos a esquecer demasiado depressa. Queria garantir-lhe que fui extremamente sensível ao que se passava no seu país. Vocês eram o orgulho da Europa que, pelo seu lado, não tem grandes razões de orgulho»
O cientista checo faz um vago gesto de protesto para exprimir modéstia.

Facécias e estribilhos


socialistas e republicanas.
Esta gente espezinha o que tiver de espezinhar: desde que, na perspectiva deles, contribua para o objectivo. Esta gente dá tratamento aos princípios [democracia, legitimidade (democrática), Estado (de direito), etc…] e às práticas com um crivo: se em conformidade com os mandamentos são legítimas; se em desconformidade são ilegítimas.
É o relativismo. É o seu dogma.

sábado, 24 de março de 2012

Então...

foi a polícia (de choque)?! como disseram uns filhos de uma bácora para as têvês.
e depois clamam estes "indignados" e mais os que os acolitam e acoitam que "etc e tal... o Estado de Direito para cima e para baixo,..."
pois direito é malho no lombo se a obrigação de respeitar os demais, não faz parte do conceito e/ou da prática.