Saber, da “guerra” entre Álvaro S. Pereira e Vitor Gaspar, quem fica responsável pelo quê é o que menos me interessa. Será assunto grado ou excelente motejo para quantos têm a refeição dependente da “necessidade” interpretativa/desencriptadora [presume-se que exigida por terceiros] das subtilezas ínsitas em rodilhices deste jaez o que, obviamente, não é o meu caso.
... ou há quem vá aos cornos do touro sem apoios e bom rabejador?!
O que me caustica os neurónios são outras “coisas” a que os protagonistas não são alheios mas que os supera, e muito. Deste recentíssimo “torvelinho” metapolítico, o que me caustica os neurónios é saber que transcorrido um ano, não tarda, é facto que
«(…) as finanças tinham razão para estar preocupadas com duas coisas: a velocidade a que as verbas (do QREN) estavam a ser atribuídas e, ao mesmo tempo, a baixa execução dos projectos. Ou seja, os responsáveis pelos programas operacionais estavam a atribuir verbas a um ritmo elevado mas quem as “recebia” não as estava a conseguir aplicar. Assim, o dinheiro estava a ficar cativado sem qualquer benefício para a economia» *
Isto sim; isto tem significado **. O resto são confettis em tempo de Quaresma.
* Expresso
** se percebe o significado, melhor; se não, paciência: percebesse.


