As razões para publicar o texto são as inerentes à enorme imundície em redor da criatura (das lapas aos corpos da justiça) e mais as que assinalei com
1) «Desde que não volte a ocupar nenhum cargo político».
É precisamente nessa (silenciada) intenção [entre outras] que reside a “questão”.
O videirinho foi para Paris por saber que a crise [que ajudou a atrair], uns tantos anos de exílio, a ajuda doméstica dos copains [de que destaco a atenta proactividade do sr. Soares], o contributo da fabulosa memória colectiva do indigenato e aquela pontinha de sorte [que tantas vezes, infelizmente, acompanha os atrevidos] alimentar-lhes-ão a ideia [a todos] e a ambição [ao próprio].
Face às características da colectividade e à qualidade do ente, resisto a dar a carta por perdida. Ele, e não só, sonha com a révanche!
[imagino-o, daqui a uns anos, com um batalhão de jornalistas atrás, os legionários socialistas socráticos a ladeá-lo, dirigindo-se aos portugueses a remir-se de pecadilhos antigos… exibindo o Diploma, certificado, e enfatizando o altíssimo preço que, para tal, teve de pagar]
Acho que se engana quem subestima um fura-vidas!
e