terça-feira, 30 de agosto de 2011

Uma “secessão” antes da União? ou a secessão porque sim

2925
«Alemanha, Áustria, Finlândia e Holanda devem sair do euro e criar uma nova moeda comum. E podem fazê-lo de consciência tranquila (…) o “bilhete de saída” está pago já que boa parte do empréstimo à Grécia e a Portugal nunca será reembolsado» alega Hans-Olaf Henkel, ex-presidente da confederação das indústrias alemã.
Henkel foi sempre um apoiante entusiástico do euro o que não o impede de reconhecer que esse foi o seu “maior erro profissional”.
Estes quatro países com endividamento controlado, criariam uma nova moeda, verdadeiramente à imagem do marco alemão, e “deixariam o euro, tal como ele está” - com a França ao leme. A França ficaria no centro do actual euro, agora reduzido aos países do sul e então poderiam voltar a usar a receita que tão bem conhecem e lhes garantiu a competitividade: desvalorizações e inflação.
Henkel sugere que a moeda fique aberta à adesão do Reino Unido, Suécia e, no limite, integre também a Irlanda - vítima da “irresponsabilidade” dos bancos e não por derrapagens orçamentais”.

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

É só banga!

2924
Bernard-Henri Lévy, que não deve nada [como bem sabe ,quem sabe quem ele sempre foi e é] à contenção e ao exibicionismo, foi a Tripoli, encontrou-se e falou  com os “rebeldes” (os da linha da frente) como se fosse beber um copo, ao fim da tarde, ao bar do casino.
E isso interessa alguma coisa?
Não interessa de facto, mas interessa-me para o caso.
A questão é:
-- se assim foi/é  por que vão os “porta-microfones”/ os “enviados especiais” das nossas tv´s, com  indumentárias tipo Humphrey Bogard/Katharine Hepburn [nas filmagens de The African Queen nas bordas da selva austral africana], e se espojam  pelo chão [como se fossem descer o rio Congo há 70 anos atrás] … para quê?!
Já agora:
-- E vai à conta do OE, na rubrica Indemnizações Compensatórias, ou via Taxa de TV (compulsiva) na conta da energia eléctrica, não é?!
... considerando os custos, que envolvem essa heróica gesta jornalística (de esses relativos Robert Frisk de fancaria ou seja em edição de bolso e 50 páginas), para manter os cidadãos informados com a chancela da reconhecida isenção lusa e porque não seria fácil justificar a ausência, face às exigências e necessidades informativas dos portugueses que está, consabidamente, assaz preocupado com o desenlace do conflito,… ora, considerando estes factores, sou eu que sou mesquinho!
Que isto é um lugar pejado de garnizés, bonzos e sebáceos v.g. artistas, nunca tive a mais pequena dúvida. E se a tivesse estava, ou teria estado, enganado.

Regressão juvenil

2923
O golfinho, as baleias e a cavala

Golfinhos e baleias andavam engalfinhados. Renhida batalha e durava há imenso tempo. Eis senão quando, uma cavala vinda das profundezas, os tentou reconciliar. Mas um dos golfinhos disse:
- Antes morrer sob golpes de adversários do que te ter como mediador!
Ésopo

~Em tempos de conflito, os insignificantes querem fazer-se importantes ~

Regressão infantil

2922

O veado doente
Doente, um veado, repousava  num “pedaço” do pasto.Os  companheiros, em grande número, aproximaram-se para saber da sua saúde. À vontade, cada um deles se serviu da escassa comida que por ali havia.
O veado morreu - não da doença, mas por falta de alimento.

~~ Más companhias causam mais infortúnios do que alegrias ~~

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

É um gualdipério, mas...

2921
Aqui, escrevi que lhe achava graça.
Hoje ficou a saber-se que, Warren Buffett, vai investir 5 mil milhões de euros em acções do Bank of America. No rescaldo da falência do Lehman Brothers - Setembro de 2008 -, Buffett, já havia investido cinco mil milhões em acções preferenciais do Goldman Sachs.
Em França, Sarkozy, aproveita a onda de “responsabilidade solidária” e faz-lhes o favor - penhorado e cativo. Por cá -- como sempre antes de fazer o que seja -- atiram-se ao ar umas “coisas” para ver se pega e como pega e,…
Vai daí, o Belmiro, Amorim,… cuidem-se! irão ser bombeiros voluntários, queiram ou não.
-- ´tá visto! é um gualdipério, mas o pagode rejubila.
Concluo
~ não há dúvida que, para um tipo ser (imensamente) esperto, só carece de estar no meio de gente (imensamente) estúpida.