Mais vírgula menos ponto, a “explicação” do Expresso para o affaire Bernardo Bairrão, parece-me plausível e estou um pouco menos do que nada preocupado para se Bairrão era para ir e não foi. Fazem falta, sempre, os que estão e não os que deviam estar ou eram para estar ou queriam estar mas não estão, etc… Acresce, que desconheço se alguma vez, em algum sítio, uma instituição desta natureza, deixou de existir por falta de função ou de serviçais.
A descrição circunstanciada de uma página resume-se afinal à frase
“Bairrão subestimou ódios antigos”. That’s all.
Gente intrinsecamente pequena! instruídos ou não. Percebem por que é que os tugas fora da paróquia, geralmente, se portam bem?! parece (nada há que o confirme) que Jonathan Swift, inglês, mercê do naufrágio do barco em que viajava, teve oportunidade por tempo considerável de conhecer, e privar com a sociedade portuguesa; dizem (más línguas, claro) que foi um excelente tónico e inspiração para ter escrito a vida dos liliputianos.



