domingo, 4 de novembro de 2018

E, no fim, é fanfreluche


Um percuciente, de sua graça António Rocha Martins, que se diz filósofo (no caso tanto dá que seja filósofo ou albardeiro), assina uma crónica no Observador que titulou «O muito que nos falta, Prudentia».
Na primeira linha, escreve o referido senhor
Numa monumental obra intitulada “A Cidade de Deus” (De Civitate Dei), escrita entre 413-414 e 426-427 (séc.V), Agostinho de Hipona (…)”

Abre-se a ligação e…É uma edição de 1877, e em latim!

Pergunto:
Para quê? para quem? qual a utilidade?
se, ao googlar o primeiro link, repito, o primeiro que aparece é a “A cidade de Deus”/Vol. I (Livro I a VIII) em português, edição da Fundação Calouste Gulbenkian (uma garantia de qualidade) de 1996.

Li, mas melhor teria feito se me tivesse isentado. Faz-se o teste do íman e… trata-se de pechisbeque, ouropel.

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