domingo, 15 de abril de 2018

Provas de afeição, deferência,...

Andou o Presidente da República, acolitado pelo primeiro-ministro, de trás para a frente, num alvoroço, a comemorar um dos maiores [se não o maior] crimes cometidos contra os portugueses – a soldadesca que, os ‘democratas’ da Iª República, enviaram a esmo e sem apelo para os matadouros da Flandres.
Não houve palrador de domingo que não os louvasse!
Que o tenham feito não me aquenta nem arrefenta – interessa-me, sim, os sacripantas andarem a dizer-se orgulhosos da heroicidade dos ‘coitados’, celebrando-os, e, simultaneamente, decorra a trasladação dos restos mortais de um cabo do exército português [morto em combate, em 1963, em Angola] custeada com donativos.
No lugar de onde veio este português – Caxito – jazem outros vinte a quem o Estado por omissão e esta gente reles por desinteresse, responde
Aos que ficaram para trás, os felinos e as ratazanas, as doninhas e as aves de rapina, etc…cumpram com esmero a função que a natureza lhes destinou!’

Do que me ‘queixo’? Apenas não ter ouvido ou lido que alguém, podendo, os confrontasse «Como concilia(m) o júbilo, orgulho e a alta consideração propaladas com esta permanente e absoluta inexistência de Estado
... sobre esses [os da comunicação social], salvo raríssimas e honrosas excepções, as minhas expectativas estão pelo ‘salto de formiga’ – negam de graça nas páginas da frente o que defendem nas páginas de trás a troco de dinheiro.

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