quarta-feira, 14 de junho de 2017

O que querem?



Por estes dias são mais do que muitos, e variados, os agastamentozinhos contra um pavãozito, insulano, que chefia a bancada socialista daquele sítio que os pirangueiros se desunham por fazer crer à ralé que é uma eclésia. 
O seminal César nada fez de extraordinário; o que fez foi aquilatar de forma correcta a merdice de onde provém, e que o legitima, e acrescentar ao seu “pecúlio” mais um salário para a famelga [desta vez, a uma sobrinha] com resguardo contra despedimentos e aval do Estado contra falências e/ou reestruturações. 
O polítipo não fez menos nem mais do que 1 – todos os outros exemplares vêm fazendo há décadas sempre que as circunstâncias o permitem, e aquilo que 2 – nenhum dos que se indignam, não adoraria que fosse feito em seu benefício sempre que um íntimo estivesse em condições de o obsequiar. 
Há dias o fulustreco César, arguiu com os “direitos adquiridos”
– Já um (ou mais!) dos seus insignes ancestrais andou na política
Os “parasitas” tal como os carteiristas — e os das artes que não dispensam uma contínua e perene destreza, como o ambidextrismo, prestidigitação, acrobatismo, ... — tratam de instruir os “catecúmenos” para a mais profícua e proveitosa forma de viver.
Outro comparsa [o mesmo que há uns aninhos, solícito e solidário, se ofereceu para falsificar o jamegão no «livro de ponto» do parlatório nacional], Ascenso Simões — um bonifrate republicano que, provindo das faldas intermédias do Marão, desceu à cidade;  um clone imperfeito [carecem-lhe as “Humanidades”; titula-se “gestor”] de morgado do Alvão — impertérrito, demolidor, de imediato saltou em defesa do islenho fasianídeo e numa linguagem correntia, pedestre – refinada, portanto – sob a alçada das mais resilientes e melhores regras da retórica
[meio-termo entre a questão e a proposição],
interpelou-nos 
«A parentela dos políticos apenas pode almejar a pedinchice?!»
Quero dizer que “a nossa gente” persevera em pegar num pedaço de trampa e olhá-la de forma a … Claro que – com excepção de se quedar pelas manápulas cagadas – nada consegue.
Ora, ora…Nem uma poia é um cristal nem se faz marmelada com merda.