segunda-feira, 19 de junho de 2017

O folclore



O “vira” da solidariedadezinha, o “fandango” das conversetas pias, o “corridinho” amplexo, o “bailinho” osculatório, a “chula” dos círios por intenção, a “farrapeira” das vigílias, … não passam de “sossega consciências”, formas de pagar a remissão dos pecados. A boa-vontade, sem mais, é (um)a panaceia que os espertalhaços consagram a imbecis —tanto possui de procedente como tem de inconsequente.
Alguma vez esta gente entenderá que embarcar nessas pulsões, sem mais, é perambular de Anás para Caifás.