segunda-feira, 22 de agosto de 2016

Démerdez-vous!



Os franceses por mais que puxem também já não se conseguem desatolar da trampa a autóctone, a importada por solidariedade e a(s) prole(s) consequente(s). É mais um caso que não é passível de ser “manuseado” sem borrar as mãos. Talvez seja por isso que ninguém se proponha fazê-lo [dos que pretendem manter as mãos asseadas] e assim, a escolha vá sendo entre entulho de direita e a porcaria de esquerda.

Trinta anos [com início no pós-De Gaulle, Georges Pompidou, e atingiram o vórtice na presidência de leur ami François Miterrand], gloriosos, a importar tudo o que era esterco como forma de penitência pelos tiques colonialistas e imperialistas na Argélia e que tão bem dilucidados foram por Pascal Bruckner nos seus «O complexo de culpa do Ocidente» e «O remorso do homem branco».
De canibais como o “imperador” Jean-Bédel Bokassa a Ruhollah Musavi Khomeini, o aiatola, o tipo das fatwas …todos ali encontraram o melhor conforto republicano, o mais terno carinho laico e a mais esclarecida compreensão multicultural.

Não devem queixar-se, portanto. Estão a tragar do que se serviram. Bem feito!