Joseph Stiglitz esteve cá a convite da Fundação Calouste Gulbenkian para dissertar sobre a 'Desigualdade num Mundo
Globalizado'. E vocalizou muitas “coisas” absolutamente inócuas em termos
técnicos tais como «Portugal deve ‘focar-se na estratégia de crescimento
económico’ baseada, em parte, ‘num
aumento de impostos que não magoe a economia’» ou «as recessões económicas levam a ‘brutais aumentos’ na desigualdade – mais desemprego, salários
cortados e um corte nos serviços básicos, fundamentais para as pessoas com
menos recursos» e que além do mais [nem o contrário seria
expectável] é o que promana há pelo menos uma década.
Quais serão os resultados da incursão de Joseph Stiglitz em termos teóricos
ou práticos?
1 - Rigorosamente nenhum para “nós”, aliás, à semelhança dos resultados que
colhemos basaeados nas múltiplas “lições”, “sugestões”, “recados”, “alertas”, etc…deixados por Michael Porter há mais
de uma quinzena de anos e 2
- um bom quinhão de dólares na conta bancária dele, decerto.
O que há para anotar é que Stiglitz, agora, como
anteriormente Porter, McCormack,
T. Piketty, R. Schiller,…são nestes âmbitos meros epigramas [chegam com uma ideia esdrúxula sobre o funcionamento da nossa sociedade e saem com uma ideia abstrusa ou seja, chegam iludidos e vão enganados] o que equivale
a dizer que como a prosa é má, o epigrama vale zero — com excepção de uns
tantos provincianos, presumidos, experienciarem uma breve sensação de
existência e cometimento.
Aposto que, no fim, não se terá livrado de umas
quantas selfies com “gente
interessada” cá da terra.

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