Na “cabine” e boletim de voto nas
mãos, por instantes, na minha mente perpassou a imagem
que votação efectuada, recolocando os cartões de cidadão e de eleitor no(s) lugar(es) próprio(s), se metamorfoseou noutra
(anexo ao relatório da
Execução Orçamental, Setembro/2015)
coisa que dá para aquilatar
melhor a dimensão deste octópode. E quantos fôlegos tem a "criatura". É, sem tirar ou pôr, como diz
Vasco Pulido Valente — Portugal não tem cura. A que há, por si, arrasta sofrimento. E, previamente à fase terapêutica, há que recolher a decisão do
paciente.

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