O que destinei para Escrito nas estrelas (III) foi
titulado «(talvez) O
“azar” que António Costa quis torcer». Mas foi varrido pelo cachão
de acontecimentos. As minhas “cogitações” tornaram-se inapropriadas. Não faltarão
ocasiões para debater ou adejar sobre se 1 – António Costa os verga, 2 – se se verga
ou 3 – se nos deixa a todos mais ou menos vergados (o mais provável!). Aguardarei que o céu fique
novamente estrelado.
«Já não há estrelas no céu...»
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