sábado, 6 de junho de 2015

sobre putas, de certeza. E talvez de vinho verde



A empresa DST SGPS com interesses na construção, ambiente e energias renováveis recebeu em cinco anos mais de 70 milhões de euros em contratos com o Estado. Durante esse período, entre 2007 e 2012, José Lello, deputado socialista, foi vogal do CA.
A DST SGPS alega que o deputedo nunca foi remunerado ou recebeu quaisquer ajudas de custo. A DST SGPS fez obras em várias escolas (ao abrigo da Parque Escolar) e reabilitações para a Refer,… O cargo está declarado no registo de interesses do deputado socialista. A DST diz que Lello nunca teve qualquer influência nos concursos públicos ganhos pela empresa.


O projecto da Metro Mondego quase não saiu do papel, mas das suas contas saíram cerca de 100 mil euros que ex-administradores usaram em despesas pessoais pagas com cartões de crédito da EP. Seis ex-administradores, dois presidentes e quatro vogais executivos são arguidos num inquérito do DIAP de Coimbra. Em causa estão crimes de administração danosa, peculato e participação económica em negócio que terão ocorridos entre 2004 e 2010.
Um dos administradores usou o cartão de crédito para gastar 72 mil euros em jogos de computador, perfumes, artigos de decoração, estadias em hotéis, compras no supermercado, vinho, material de surf e até para pagar serviços numa empresa organizadora de eventos, infantis; em Dezembro de 2005, um dos arguidos deslocou-se ao bar de striptease, Elefante Branco, e pagou uma conta de 139 euros com um dos cartões da empresa.
Neste caso cabe-me apreciar que a puta era reles, perdão, a bailarina dançava mal. 140 euros!

3 comentários:

  1. "A DST SGPS alega que o deputedo..."
    neste caso, a língua fugiu para a verdade?!!!

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  2. Não,sr(a). anónimo(a)
    No caso, a língua não me fugiu.

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  3. A sarna está boa e nunca mais nos livramos dela.

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