A empresa DST SGPS com
interesses na construção, ambiente e energias renováveis recebeu em cinco anos
mais de 70 milhões de euros em contratos com o Estado. Durante esse período, entre
2007 e 2012, José Lello, deputado socialista, foi vogal do CA.
A DST SGPS alega que o
deputedo nunca foi remunerado ou recebeu quaisquer ajudas de custo. A DST
SGPS fez obras em várias escolas (ao abrigo da Parque Escolar) e reabilitações
para a Refer,… O cargo está declarado no registo de interesses do deputado
socialista. A DST diz que Lello nunca teve qualquer influência nos concursos
públicos ganhos pela empresa.
O projecto da Metro Mondego quase não saiu do papel, mas das suas contas
saíram cerca de 100 mil euros que ex-administradores usaram em despesas
pessoais pagas com cartões de crédito da EP. Seis ex-administradores, dois presidentes
e quatro vogais executivos são arguidos num inquérito do DIAP de Coimbra. Em causa estão crimes de administração danosa, peculato e participação
económica em negócio que terão ocorridos entre 2004 e 2010.
Um dos administradores usou o cartão de crédito para gastar 72 mil euros em
jogos de computador, perfumes, artigos de decoração, estadias em hotéis,
compras no supermercado, vinho, material de surf e até para pagar serviços numa
empresa organizadora de eventos, infantis; em Dezembro de 2005, um dos arguidos
deslocou-se ao bar de striptease,
Elefante Branco, e pagou uma conta de 139 euros com um dos cartões da empresa.
Neste caso cabe-me apreciar que a puta era reles, perdão, a bailarina dançava
mal. 140 euros!

"A DST SGPS alega que o deputedo..."
ResponderEliminarneste caso, a língua fugiu para a verdade?!!!
Não,sr(a). anónimo(a)
ResponderEliminarNo caso, a língua não me fugiu.
A sarna está boa e nunca mais nos livramos dela.
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