Do
parecimento de Eusébio ninguém leu uma palavra minha além dessas [5.1.14]
instigadas pela repulsa que me causou o obnóxio depoimento de Soares.
A
trasladação de Eusébio para o Panteão nacional, mais do que merecido, não é assunto
[alguém -- pessoa singular, colectiva, instituição,…
-- o sugeriu e obteve consentimento da família?]. Fosse meu familiar e
até ao limite, opôr-me-ia a que quaisquer hordas de fanáticos e outras trupes
pudessem usá-lo. Jamais consentiria que servisse de terapia a taras da mais
variada índole e natureza e/ou sublimação ao intrínseco complexo de
inferioridade colectivo.
Como
estou convencido que a propriedade dos restos mortais de Eusébio é da família
tudo o que anda por aí a ser propalado, é um abuso.
Claro
que de essas apreciações fariam parte “juízos” sobre o familiar
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