10 de janeiro de 2014

Verberaria a "nacionalização" do meu ente querido

Do parecimento de Eusébio ninguém leu uma palavra minha além dessas [5.1.14] instigadas pela repulsa que me causou o obnóxio depoimento de Soares.
 

A trasladação de Eusébio para o Panteão nacional, mais do que merecido, não é assunto [alguém -- pessoa singular, colectiva, instituição,… -- o sugeriu e obteve consentimento da família?]. Fosse meu familiar e até ao limite, opôr-me-ia a que quaisquer hordas de fanáticos e outras trupes pudessem usá-lo. Jamais consentiria que servisse de terapia a taras da mais variada índole e natureza e/ou sublimação ao intrínseco complexo de inferioridade colectivo.
Como estou convencido que a propriedade dos restos mortais de Eusébio é da família tudo o que anda por aí a ser propalado, é um abuso.
Claro que de essas apreciações fariam parte “juízos” sobre o familiar
[Eusébio «um génio de profissão» rodearem-no de «mediocridades» alguns dos quais «nunca se distinguiram por terem ajudado a humanidade ou os portugueses»]corroborados por VPV

 

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