18 de janeiro de 2014

Rapidinhas

A matula interiorizou que a escolaridade obrigatória em Portugal é o 12º ano.
A Lei que «estabelece o regime de escolaridade obrigatória para as crianças e jovens que se encontrem em idade escolar» é a Lei nº 85/2009 de 27 de Agosto que, no nº1 do art. 2º, diz «consideram-se em idade escolar as crianças e jovens com idades compreendidas entre os 6 e os 18 anos de idade» e no nº4 que «a escolaridade obrigatória cessa, independentemente da obtenção de diploma de qualquer ciclo ou nível de ensino, no momento do ano escolar em que o aluno perfaça 18 anos».
A escolaridade obrigatória não é o 12º ano mas se a matula entende que é, pois então que seja.
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«A partir de 2015 o programa de português mudará e voltará* ao paradigma dos anos 1980: literatura e autores em detrimento das "competências"»
               *os do Expresso escrevem «vai mudar e vai voltar»
                [pavor ao futuro, deduzo]
Esta, com auxiliar ou no futuro, a matula entende. Abreviando
 
 

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Num panfleto do Commerzbank ou em declarações de alguém em nome da instituição bancária Portugal é, comedidamente, referido como «milagre». Fosse apenas isso, e vá que não vá. Mas não: o «milagre» é justificado com as mudanças estruturais entretanto operadas no ergástulo.
Mudanças estruturais!

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A diligente RTP descobriu que as PPP’s estão a sair caras
[ninguém lhes esfrega nas fuças a colecção de Prós & Prós em que a pivot(a) se embevecia com a definitiva sustentabilidade da Segurança Social adquirida pela assertiva intervenção de Vieira da Silva, a coragem impulsionadora e reformadora de Sócrates, a inatacável competência técnica de Teixeira dos Santos,…]

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Por forma a manter o curso e o rumo a TVI descobriu os talentos “analíticos”, a proficiência ou erudição económico-financeira de Constança Cunha e Sá.
Esta não vejo/ouço, mas também não pago. Ao invés da RTP.

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A hiperactiva D. Raquel Varela, catequista e insigne socióloga aliás, cientista, explica(-me/nos) que «A democracia representativa é aquele sistema que existe quando não queremos exercer a democracia directa (…)»
Para quem é, bacalhau basta. Bom préstimo!

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