26 de janeiro de 2014

É da praxe

Sobre praxes e praxados nada tenho a escrever. Ou tenho, mas pouco e por praxe.
A minha opinião passa, mais detalhe menos pormenor, por aqui
 
«pouco, ou nada, haverá que resista incólume à porcaria»
 
mas como para detalhar e estatuir «porcaria» teria de cuidar mais das causas do que das consequências, das praxes direi mais ou menos o mesmo que escrevi sobre as claques desportivas que por sua vez, e na essência, não difere do que por mim foi escrito sobre a mortandade nas estradas,…

Pretendendo saber que aspecto tinha enquanto dormia, um imbecil pôs-se à frente de um espelho com os olhos fechados.
Se a matula entende que a(s) responsabilidade(s) da(s) desgraça(s) é/são, à vez ou por atacado, a qualidade da estrada, a intempérie que desabou, o granizo, o gelo, as falhas de fiscalização ou, no limite, o raio que os parta pois então que seja.

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