É
um movimento anónimo que convocou os desempregados para a acção de protesto.
O
argumento, à pala de Nelson Arraiolos [em Setembro, alegando
o «direito à resistência», escreveu ao PR para lhe dizer que deixava de pagar
impostos, por não ter dinheiro para o fazer e deu a saber que pretendia entrar
no Pingo Doce e "levar um pacote de arroz sem pagar". Esperado, o
gerente entregou-lhe um cabaz de Natal], é "se oferecem a um, oferecem a todos";
a justificação que “a Jerónimo Martins do Pingo Doce é a 19ª das 20 maiores
empresas portuguesas que fogem aos impostos via Holanda, empobrecendo todos os
portugueses que têm de pagar por elas […] até quando finge a caridade, o Pingo Doce e
os outros distribuidores, continuam a lucrar nas campanhas de recolha de
alimentos com as compras dos clientes […] a fortuna do segundo homem mais rico do
país e dono do Pingo Doce, Soares dos Santos, matava a fome a 1.500.000
desempregados”
Destas
alcateias, de
forma inigualável e perpétua, se ocuparam V.Hugo,Tolstoi,
Dostoievski, Zola, …, S. Maughan e T. Mann,..., Daniel Goldhagen,... Nada
de novo, portanto.

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