12 de outubro de 2013

... e embrulhem



«[…] Portugal tem um papel fundamental na CPLP. Mas se está reduzido a um protectorado, como afirma o senhor vice-primeiro-ministro Paulo Portas e muitos outros políticos portugueses, não tem capacidade para assumir as suas responsabilidades na comunidade dos países que falam a Língua Portuguesa. Está pior do que a Guiné-Bissau, apesar de tudo um Estado soberano. E corre o risco de ter um estatuto político muito próximo da “aspirante” Guiné Equatorial. Fazemos esta constatação, com mágoa. Mas a vida continua e a CPLP não pode ficar à espera de um Portugal que até os seus mais altos dirigentes políticos aceitam seja um protectorado. […] Se Portugal perdeu a independência, não está em condições de assumir qualquer responsabilidade no seio da comunidade. Mas todos juntos, podemos e devemos lutar para que um país fundador reconquiste a sua independência. As elites portuguesas que têm sentido patriótico podem contar com os povos da CPLP na luta pela reconquista da independência de Portugal. Estamos todos ansiosos para que esse pesadelo tenha fim […]»
 
in Jornal de Angola, Editorial – 12/10/13

Das coisas que já escrevi mas que não voltarei a escrever, uma, foi
«só falta ver os cães a mijarem-vos nas pernas ou nas calças, caso estejam vestidos»
Se bem que deteste aqueles canídeos o certo é que nunca serei eu a enxotá-los. Limitar-me-ei a contemplar a cena.

 

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