25 de setembro de 2013

Sobre as tuas ruínas edificarei meu reinado

Este é dos posts que dedico a inúmeros lettreferits e outros tantos líricos [uns, bem intencionados*; outros, nem por isso] que colimam o pipilo, gorjeio ou chilro [consoante a taxonomia e/ou intenção inerente] presuntivamente indignado da blogosfera e redes sociais;
aos atrevidos que se propõem  opinar sobre matérias de que fazem uma espúria e piquena ideia [a noção que têm será idêntica à que possuo em relação à fissão nuclear ou à tecnologia usada no ciclotrão do CERN]
Sobre o assunto apenas uma observação. Não encontro ponta de mal por onde se possa pegar com a excepção da «ladainha-anti-mercado-porque-sim». Em primeiro lugar por que 1 – não consta que existam à revelia da legalidade e 2 – não me consta que os investidores, as subscrevam sob coacção.


*a questão [perene] é que o inferno é um "compósito" de bem intencionados


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