15 de setembro de 2013

Portugal Europeu. E agora?


Com propósito, mérito * e utilidade inquestionáveis, a Fundação Francisco Manuel dos Santos realizou um ciclo de conferências e debates, «Presente no Futuro / Portugal Europeu. E agora?». Oportunidade para [sem pressa] ouvir, questionar, confrontar gente que vale a pena ser ouvida [quaisquer que sejam as perspectivas] como  Maria João Rodrigues, José Manuel Félix Ribeiro, D. Manuel Clemente, Wolfgang Münchau, Reinhard Naumann já que outros do tipo «arroz-de-quinze»/«vou-a-todas-gosto-de-me-ver-e-ouvir» como Manuel Villaverde Cabral, António Vitorino, Augusto Mateus, João Cravinho, Ana Gomes, Pacheco Pereira, … por natureza estão por terem de estar, por atavismo e muito por não haver coragem para os ignorar até porque nunca dizem sim e/ou não. Administram-no [coisa rigorosamente diversa], e usualmente ficam pelo “talvez”.
A dizerem, no mínimo, seria para se desdizerem ou voltar a enganar quem os ouve.

Assestemos baterias por exemplo em Villaverde Cabral que interveio como comentador e que, nas suas considerações, enfatizou questões do âmbito da demografia e fez outras quantas instigações [prospectivas] sobre a sustentabilidade do Estado Providência -- das quais se podem [e devem] fazer inúmeras inferências directas e/ou correlatas.
A «bonecos» destes prefiro não os ouvir ou ouvindo, não os levar a sério.
Villaverde Cabral instigou a plateia a prestar muita atenção ao comportamento demográfico português no derradeiro quartel. «Muita atenção, muito cuidado» disse «por isto e mais aquilo».
 
Em 1998, José Rebelo levou a cabo um ciclo de conferências sobre temáticas particularmente relevantes e para as quais convidou à “reflexão” Joaquim Aguiar, Manuel Villaverde Cabral, José Tribolet, Diogo Pires Aurélio. A editora «Livros e Leituras» publicou-as na colecção «Mesa Redonda» sob o título “Saber e Poder”.
Do “painel”
«Fim do Estado Providência? i) Conflitualidade ou complementaridade de interesses entre gerações; ii) Capitalização ou redistribuição; iii) Desigualdades compatíveis e intoleráveis»
Do lastro e do rasto aqui deixo parte [para documentar a autoridade no que proferem e a importância que lhes deve ser atribuída].
Leitura e apreciações cada qual faça a que lhe aprouver.
 

 
 
 
 



 
* tanto mais que tudo o que ali ocorreu foi custeado pela Fundação sem recurso de forma directa ou indirecta à boa-vontade ou "reconhecimento"/"certificação" prévias por bons préstimos à República.

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