31 de agosto de 2013

~ Espelho meu, espelho meu … ~

Enquanto se olharem ao espelho e virem um leão, nada há a fazer. Ou melhor haver, há: partir o espelho. Embora não resolva problema algum sequer o de quem se olha.

É comum ver [por aí] textos da autoria de portugueses [a propósito dos mais comezinhos assuntos, mas não só] em que o que transparece [é o que me parece] é que, para se sentirem social, cívica e … mais burilados, evoluídos enfim mais civilizados, tomam por fasquia [cotejam-se] quer o Brasil quer Angola.
Ora isso [para quem usufrua de uma diminuta que seja porção de inteligência] revela uma de duas ou ambas [em proporções variáveis] as «coisas» i) uma radical e absoluta ignorância sobre o que divagam e/ou ii) outra chapada inexistência de conformidade.
A eventual relação [bem como a sequência] entre elas é, a todos os títulos, irrelevante.

Podiam, ou deviam, fazê-lo tomando por bitola a Dinamarca, a Áustria, a Suíça, a Austrália, …

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