Enquanto
se olharem ao espelho e virem um leão, nada há a fazer. Ou melhor haver, há:
partir o espelho. Embora não resolva problema algum sequer o de quem se olha.
É
comum ver [por aí] textos da autoria de
portugueses [a propósito dos mais comezinhos assuntos,
mas não só] em que o que transparece [é o
que me parece] é que, para se sentirem social, cívica e … mais burilados,
evoluídos enfim mais civilizados, tomam por fasquia [cotejam-se]
quer o Brasil quer Angola.
Ora
isso [para quem usufrua de uma diminuta que seja porção
de inteligência] revela uma de duas ou ambas [em
proporções variáveis] as «coisas» i) uma radical e absoluta ignorância sobre o que
divagam e/ou ii)
outra chapada inexistência de conformidade.
A
eventual relação [bem como a sequência]
entre elas é, a todos os títulos, irrelevante.

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