3 de agosto de 2013

A [alva] exortação [foi] maculada

Ah, bem me parecia… É velha [tanto quanto a minha idade permite descontando o tempo em que por cá andei sem que esses assuntos, digamos supimpas, ocupassem um avo das minhas sinapses] a interrogação. Sempre me pareceu que o “sistema” apresentava falhas de materialização, promanadas ou não de erros de concepção; sempre houve “coisas”, mais terrenas do que lunares, que me “diziam” que, perfeição, não podia ser isto. Suscitaram-me, no mínimo, muitas apreensões e ainda mais dúvidas relativamente a uma certa «dogmática “científica”» [filosoficamente uma impossibilidade, mas existe].

Os que olham o longe celeste pelo buraco do tubo dão-nos a conhecer, agora, saber que a nossa Lua, afinal foram duas
«a segunda lua terá durado apenas alguns milhões de anos, depois terá colidido com a Lua, dando origem ao grande corpo que hoje vemos […] ocorreu uma grande colisão, que afectou uma das faces e que, embora tenha causado a fusão de toda a superfície do satélite, causou uma assimetria».
Terá sido pois assim que se debotou um primevo brocado da mecânica do equilíbrio [dito seja que mais valor, e importância, dá a Newton]. Da colisão restou-nos a que inspira líricos e “resmas” de cínicos, justifica nefelibatas,… e é o bálsamo dos que a olham para ver a ponta do dedo. A dos outros, a dos absimelhantes, escafedeu-se.


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