Ah, bem
me parecia… É velha [tanto quanto a minha idade
permite descontando o tempo em que por cá andei sem que esses assuntos, digamos
supimpas, ocupassem um avo das minhas sinapses] a interrogação. Sempre
me pareceu que o “sistema” apresentava falhas de materialização, promanadas ou
não de erros de concepção; sempre houve “coisas”, mais terrenas do que lunares, que
me “diziam” que, perfeição, não podia ser isto. Suscitaram-me, no mínimo, muitas
apreensões e ainda mais dúvidas relativamente a uma certa «dogmática “científica”»
[filosoficamente uma impossibilidade, mas existe].
Os que olham
o longe celeste pelo buraco do tubo dão-nos a conhecer, agora, saber que a
nossa Lua, afinal foram duas
«a segunda lua terá durado apenas alguns milhões de anos,
depois terá colidido com a Lua, dando origem ao grande corpo que hoje vemos
[…] ocorreu
uma grande colisão, que afectou uma das faces e que, embora tenha causado
a fusão de toda a superfície do satélite, causou uma assimetria».
Terá sido pois assim que se debotou um primevo brocado
da mecânica do equilíbrio [dito seja que mais valor, e
importância, dá a Newton]. Da colisão restou-nos a que inspira líricos e
“resmas” de cínicos, justifica nefelibatas,… e é o bálsamo dos que a olham para
ver a ponta do dedo. A dos outros, a dos absimelhantes, escafedeu-se.

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