«O jornal Expresso que muitos entendem como a referência do jornalismo nacional, o que diz bem da actual literacia (termo que detesto mas eles entendem) do povo que lê em Portugal, começou a publicar uma série de artigos sobre o Portugal de 1973, em fascículos relativos ao "último Verão em ditadura", antes do 25 de Abril de 1974. Com um esforço assinalável lá terei que comprar essa folha de couve dirigida por dois...ia dizer cretinos, mas é chover no molhado. O jornal não presta e é pior do que o que se fazia em 1973 o que para mim diz tudo sobre o tempo que passa.
A tal Joana não escreveria baboseiras destas nos media da época de 1973 porque apesar de os jornalistas na sua maioria não serem licenciados, tinham tirado uma quarta classe de categoria. Agora é o que se vê e lê. Portanto, que estes jornalistas agora queiram ser estúpidos e se recusarem a pensar é lá com eles. Mas que o façam para publicar este tipo de coisas que prolonga a "longa noite" da imbecilidade e "iliteracia" já merece comentário.[...]»
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