Quem
espera que vicejem roseiras no pântano, fica desapontado.
Deveria ser razão para meditação, tal desapontamento. Todavia, não o é. Porquê? por serem muitas mais as flores de lótus desejosas em desabrochar.
À fauna, tanto quanto me é dado perceber, não me consta -- mau grado os coaxos e o constante grilar da “frequência” – que, a preponderância de umas ou de outras, os impressione por aí além.
Deveria ser razão para meditação, tal desapontamento. Todavia, não o é. Porquê? por serem muitas mais as flores de lótus desejosas em desabrochar.
À fauna, tanto quanto me é dado perceber, não me consta -- mau grado os coaxos e o constante grilar da “frequência” – que, a preponderância de umas ou de outras, os impressione por aí além.
Intuo que se aprestem pela preservação do pântano. A
perenidade ao humús que as flores são efémeras.
Vencedoras
vão estando as moscas que pastam no corpo desse animal ferido, para já. O resto
é um rebanho na sua insciência ululante, aguilhoado por toda a espécie de
manipulações, mas sempre embevecido pela melopeia das harpias reivindicativas.
Tudo numa emulsão de impudor
javardo.

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