11 de julho de 2013

A parlenga não contribui para a colusão




O senhor Presidente da República em sintonia com o omnipresente jargão político-propagandístico devolve respeitosamente o poder decisório aos inquilinos da casa mãe da democracia, o parlamento.
Se aí continuarem mais ou menos "engalfinhados" pois então, os que estão lá fora, que digam o que entenderem dever dizer. Os anteriores não prestaram e os actuais não são melhores: arranjem melhor. Não arranjam, paciência… sendo certo, criançada, que o tempo corre e custa dinheiro que não há e seja este aparente impasse mais dispendioso ou menos , a colecta ser-vos-á feita.

Inesperado?! Surpreendente?! Nem por isso. Trata-se de [face às circunstâncias e à “qualidade” dos que respondem ou não à “chamada”] um regresso ao prolegómeno da «coisa». Prolegómeno que ele, Presidente, ontem, não desperdiçou a ocasião para “pontilhar”.
Em Democracia há sempre solução. Pois façam o favor de no-la servir.

No que concerne aos meus interesses, a curiosidade [e nada mais do que isso] está em seguir os dias seguintes da vida do Partido Socialista com óbvio e natural enfoque no comportamento e desempenho de Seguro. Quanto ao mais é a trivial melopeia comentarística de que fazem parte os eflúvios, jaculatórias e poluções de toda essa solerte gente que consubstancia esse bidet lírico.

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